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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Meu filho gozou dentro de mim, e fomos pegos

  Não sei qual dos dois, se é o prazer que flerta com o perigo, ou se é o perigo que atiça o prazer. Mas, tanto um como o outro, ambos parecem destinados a colidir em algum momento. Se tem uma coisa que nos move, quando se trata de dar vazão aos nossos desejos e experimentar todo prazer, é uma pitada de perigo. Aos poucos e cada vez mais, o perigo se tornou algo que mais e mais me enchia de tesão, na minha relação incestuosa com meu filho. A cada visita, nos feriados que ele vinha passar em casa, mais eu me tornava descuidada, ou de repente sentia um enorme prazer em me arriscar, mesmo com meu marido em casa. Às vezes, quando ele estava na sala, lendo seu jornal, isso apenas me deixava ainda mais excitada. E eu não resistia a passar no quarto do meu filho e bater uma rápida punheta nele, tapando a sua boca pra não fazer barulho. Eu metia a mão por dentro do seu moletom, sentindo seu pau ir ficando duro, enquanto o masturbava. Ao mesmo tempo, minha boca se perdia na dele, com a sua ...

Turma do Fundão da Classe Descobre que Sua Professora é Atriz Pornô - Capítulo 4: O Churrasco dos Sonhos e o Pesadelo

  O sábado chegou como um soco no peito, o sol do meio-dia queimando o asfalto, o calor grudando na pele como cola. Eu, Leandro, 18 anos, negro, 1,80 m, magrelo, mas com um shape de zagueiro de futebol, tava com o coração na garganta. Era o dia do churrasco na casa da Marcela, nossa professora de inglês, 39 anos, mestiça, pele morena clara, bunda grande, peitos enormes, olhos verdes que brilhavam nos vídeos pornôs do OnlyFans. Ganhamos o campeonato interescolar, e ela cumpriu a promessa: churrasco na casa dela, só nós quatro – eu, o Mayer, o José Adriano (Zé) e ela. O Mayer, 18 anos, 1,89 m, musculoso, cabelo liso penteado pra trás, tava todo empolgado, o sorriso safado brilhando. O Zé, 18 anos, corpo mediano, meia habilidoso, tava inquieto, o olho brilhando de tesão. Sabíamos que o Cezar, o marido negão dela, fortão e intimidador, não ia estar. “Porra, manos, hoje é o dia. A Marcela tá na nossa”, disse o Mayer no grupo do WhatsApp, enquanto a gente se arrumava. Às 4 da tarde, peda...

Turma do Fundão da Classe Descobre que Sua Professora é Atriz Pornô - Capítulo 3: A Vitória e a Promessa

  A última semana antes da prova de inglês foi um inferno. Eu, Leandro, o Mayer e o José Adriano, o Zé, viramos bichos estudando, como se nossa vida dependesse disso. Todo dia, depois da escola, a gente se trancava no quarto do Mayer, o ar-condicionado no talo, o ventilador zumbindo, cadernos abarros, canetas espalhadas, vídeos do YouTube rodando no PC sobre verbos irregulares, pronomes e tempos verbais. O Mayer, que sempre foi o mais esperto, até conseguia entender alguma coisa, mas eu e o Zé? Porra, era como tentar enfiar água numa peneira. “Porra, Leandro, ‘went’ é passado de ‘go’, anota isso, véi!”, dizia o Zé, desesperado, batendo a caneta na mesa, enquanto eu tentava decorar que “brought” vinha de “bring”. Aprendemos um pouco, mas no fundo, sabíamos que não era suficiente pra tirar 10. A Marcela, nossa professora de inglês era nossa motivação. A gente queria aquele churrasco na casa dela, queria vê-la de biquíni, rebolando na piscina, quem sabe até rolar algo mais. Na segunda...

Zé comendo a mãe dele, as irmãs dele e a vó na casa do Mocotó

  Nas características físicas das mulheres da família do Zé havia uma complementaridade. As duas irmãs dele eram as gêmeas Márcia e Nádia, que tinham 20 anos, 1 metro e 72, tinham seios grandes empinados, cintura fina e bundas muito gostosas de tamanho médio. Mas a mãe dele, a Rita, era uma morena de pele clara que tinha 1 metro e 58, 38 anos, seios de tamanho médio, rosto bonito e uma bunda pequena. O pai do Zé, o Mocotó, quando bebia dizia que o maior prazer que ele tinha sentido na vida era comer o cu da mulher dele, a Rita. Porque ela, sendo baixinha e tendo uma bunda pequena, tinha um cu estreito. E o Mocotó dizia que esse era o segredo do gigantesco prazer que ele sentia comendo o cu da mulher dele. A vó do Zé, a Honorina, tinha 59 anos e era parecida com sua filha Rita. Era baixinha, com seios médios e bunda pequena, e naquele bairro era considerada a maior especialista em chupar caralho. Ela tirava a dentadura e o contato das gengivas desdentadas dela nos caralhos fazia os ...

Turma do Fundão da Classe Descobre que Sua Professora é Atriz Pornô - Capítulo 2: O Plano Começa

  Acordei no sábado com o sol já fritando o bairro, o calor grudando na pele, o ventilador velho do meu quarto zumbindo como se fosse explodir. Eu tava com a cabeça a mil. A imagem da Marcela, nossa professora de inglês, no OnlyFans, gemendo enquanto levava rola de três caras, não saía da minha cabeça. Aquela tatuagem de borboleta na cintura, os olhos verdes brilhando, a bunda grande tremendo, os seios grandes balançando – porra, era ela, com certezauma puta na cama. Eu, o Mayer e o José Adriano, o Zé, tínhamos combinado de começar o plano hoje: vigiar a Marcela, tentar se aproximar dela, seduzi-la, sem deixar o Cezar, o marido negão dela, desconfiar. O plano do Mayer era esperto, mas dava um frio na barriga. O Cezar não era qualquer cara – era um monstro, um negão fortão que parecia saído de filme de traficante americano. Tomei um banho rápido, vesti uma bermuda preta, uma regata cinza e peguei minha bike, o pneu traseiro murcho de propósito, parte do plano. Combinei com o Mayer e...

O dia que comi minha mãe

  Minha irmã entrou em casa rindo muito e minha mãe perguntou o motivo. - Se prepara mãe, vai ter fila de meninas aqui na porta querendo senha. - Dá pra falar português claro? Flavinha sentou e disse: - A irmã da minha amiga contou pra ela que meu irmão deu uns pegas nela e que o negócio dele é E-NOR-ME. A notícia correu e as meninas aqui do condomínio estão em polvorosa. - Que negócio menina? - O pau dele mãe. O pau do Lipe é gigantesco. Minha mãe ficou irritada: - Isso é coisa que se fale? Ainda mais pra mim? - Bem, eu tentei ser discreta, chamei de negócio e você pediu pra eu ser mais clara. - Tá, agora chega. Vai tomar um banho que almoço está pronto. - Negativo, nem banho vou tomar, vou para o shopping com as meninas. Não perco as fofocas de hoje por nada. Flavinha foi para o quarto, trocou de roupa e saiu. Cheguei da escola, tomei banho e quando fui almoçar falei pra minha mãe: - Mãe, não vou mais à escola esse ano. - E posso saber o motivo? - Passei direto e estou dispensado...

Turma do Fundão da Classe Descobre que Sua Professora é Atriz Pornô - Capítulo 1: O Choque

  Eu sou Leandro, 18 anos, negro, 1,80 m, magrelo, mas com um físico bacana por causa do futebol. Jogo como zagueiro no time da escola, nada profissional, só pra zoar com os amigos e manter a forma. Meu cabelo é crespo, curto, e eu tenho aquele jeito meio tímido, mas quando tô com a galera, solto a língua. Meus melhores amigos são o Mayer e o José Adriano, os únicos outros negros da nossa sala no último ano do ensino médio. A gente se conhece desde a quarta série, quando éramos pivetes correndo no recreio, roubando lanche e apostando corrida. Hoje, a gente é a "turma do fundão", aqueles caras que sentam no fundo da sala, zoam nas aulas e tentam não levar bronca da professora. Era uma sexta-feira, final de outubro, o calor do caralho na nossa cidade, um sol que fritava o asfalto. A gente tava na casa do Mayer, um sobrado simples num bairro tranquilo, uns cinco quarteirões da casa da nossa professora de inglês, a Marcela. O Mayer é o mais descolado de nós três, 18 anos, 1,89 m,...