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Mostrando postagens de abril, 2026

Meus 3 Enteados Capítulo 8

  Naquela mesma noite, depois do churrasco, quando todos já tinham ido embora e Ricardo dormia profundamente no quarto principal, Carlos me mandou uma mensagem curta: “Desce pro quarto do Rodrigo. Agora.” Eu desci tremendo. Ainda sentia o rosto ardendo do cuspe e da porra da tarde. Quando entrei no quarto de Rodrigo, os dois irmãos já estavam lá, sentados na cama, me esperando. Carlos olhou para mim com um sorriso frio. — Conta pra ele, Fernanda. Ou quer que eu conte? Eu baixei os olhos, sem graça. Rodrigo ergueu uma sobrancelha, curioso. Carlos não esperou. Sua voz saiu dura, cheia de raiva controlada: — Essa vadia ciumenta subiu no meu quarto no meio do churrasco, enquanto a Júlia tava lá embaixo. Implorou pra eu foder ela. Disse que não aguentava me ver com minha namorada. Depois ainda teve a cara de pau de perguntar se a Júlia sabe que eu cuspo na cara das mulheres. Rodrigo soltou uma risada baixa, quase surpresa, e olhou para mim como se eu fosse um animalzinho burro. — Sério?...

Meus 3 Enteados Capítulo 7

  As semanas seguintes solidificaram algo que eu nunca imaginei que aconteceria: eu havia me tornado oficialmente a amante particular de Carlos e Rodrigo. Não era mais só uma aventura escondida com Carlos. Agora éramos nós três. Eles me usavam sempre que sentiam vontade, como um pedaço gostoso de carne feito especialmente para aliviar o tesão deles. E o pior — ou o melhor — era que eu adorava isso. Durante o dia, quando Ricardo estava no trabalho, eles me chamavam para onde estivessem. Às vezes na sala de TV, eu ficava de joelhos chupando um enquanto o outro me fodia por trás. Outras vezes na lavanderia, um me comia em pé contra a máquina enquanto o outro enfiava o pau na minha boca. Eles me tratavam como uma vadia particular: me mandavam ficar sem calcinha em casa, me faziam rebolar no colo deles enquanto assistiam futebol, e sempre terminavam gozando dentro de mim ou no meu rosto. Carlos continuava sendo o mais dominante. Ele dava as ordens. Rodrigo era mais silencioso, mas igual...

Meus 3 Enteados Capítulo 6

  Na manhã seguinte à descoberta, eu mal conseguia olhar no espelho. Meu corpo ainda sentia os ecos da dupla penetração — o cu levemente dolorido, a boceta inchada, resquícios de porra seca nas coxas. A vergonha queimava no peito, mas o tesão da noite anterior ainda latejava entre as pernas. Carlos estava na cozinha, tomando café como se nada tivesse acontecido. Rodrigo tinha saído cedo para a faculdade. Eu me aproximei dele, a voz baixa para não acordar ninguém. — Carlos… precisamos conversar. Ele levantou uma sobrancelha, aquele sorriso preguiçoso aparecendo. — Sobre ontem? — Sim. Por que você contou pro Rodrigo? Eu confiei em você. Achei que era só nosso segredo. Carlos colocou a xícara na bancada e me puxou pela cintura, encostando meu corpo no dele. — Porque eu sei que você queria mais, Fernanda. Vi o jeito como você olhava pra ele na piscina, como ficava molhada quando ele te observava. Não adianta negar. E eu não guardo segredos do meu irmão. Nós sempre dividimos tudo. Eu co...

O dia que vi minha mãe trepando

  Eu era nova. Hoje, ainda que sendo novinha e já bem tarada (até com meus traços de ninfomaníaca) reconheço que isso fez toda a diferença. Mas devo dizer que antes desse evento as coisas não eram tão assim. Aos 20 anos posso dizer que é bom ter nascido e crescido numa era em que o xvídeos já existia. Fiz essa comparação com meu namorado e falamos muito sobre. Já quando estava BEM iniciando os sentidos e sentimentos do corpo, eu tinha acesso a pornô pelo celular, pelo notebook, o que me deu uma visão totalmente intensa, violenta, agressiva e selvagem do que seria o sexo para mim. Ainda assim, o que vou contar agora, foi bem maior. Pois bem. Meus pais se separaram eu ainda era bem pequena. Minha mãe ficou comigo e com a casa, enquanto meu pai desapareceu. Ainda vou contar outros eventos sobre meu pai, em um outro momento. Então morávamos ali, naquela casa ainda em construção, com um tapume fazendo o papel de porta, nós duas - mamãe e eu - e nossas poucas coisas. Eu já tinha meu quar...

Meus 3 Enteados Capítulo 5- Outro Enteado

  As semanas continuavam passando e nossa rotina secreta se tornava cada vez mais intensa, mas eu ainda mantinha certos limites. Carlos respeitava quando eu dizia que algo estava muito avançado para mim — pelo menos por enquanto. Ele não insistiu no plug anal depois que eu pedi para ir mais devagar. Em vez disso, ele canalizava toda aquela energia dominadora para outras formas de me fazer sentir completamente dele. As manhãs continuavam sendo o ritual mais sagrado. Todo dia, quando Ricardo saía cedo para o trabalho ou viajava, eu subia as escadas ainda de camisola fina, o coração acelerado de expectativa. Entrava no quarto de Carlos sem fazer barulho e me ajoelhava ao lado da cama. Ele quase sempre dormia nu ou só de cueca. Eu puxava o lençol devagar e começava a acordá-lo com a boca, exatamente como ele havia determinado. Naquela manhã de quinta-feira, por exemplo, Ricardo tinha saído às seis para uma reunião em Campinas. A casa estava silenciosa. Eu me ajoelhei, segurei o pau sem...