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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

Dei abrigo ao filho virgem da vizinha (PARTE 3)

  CONTINUAÇÃO... Perguntei se sua mãe já estava dormindo e ele confirmou que sim, falei que meu marido também estava, pedi pra ele sair discretamente na calçada, pensei que não iria topar, porém aceitou. Assim que sai lá estava ele... olhei de um lado para outro, não vinha ninguém e sem falar nada o beijei loucamente com muito tesão... o levando pra dentro do quintal de minha casa.... Abri meu roupão e mostrei meu corpo, com meus seios totalmente expostos o abracei, senti seu pau duro e latejando dentro do shorts... logo o tirei pra fora, deixando roçar entre minhas pernas, que delícia aquele pau em formato de banana, estava quente e melado, o garoto simplesmente tremia sem falar nada. Agarrei sua banana e o guiei puxando até o capô do carro onde iniciei uma masturbação que tirou gemidos dele. O safado havia tido duas ejaculações precoces mais cedo e eu consegui chegar a somente um orgasmo devido sua mãe ter lhe chamado... estava sedenta por mais e crente por ele ter tido dois orga...

Turma do Fundão da Classe Descobre que Sua Professora é Atriz Pornô - Capítulo 9: a isca

  Solange saiu do carro como se o mundo fosse em câmera lenta. Vestido florido colado na pele, peitos grandes quase pulando pra fora do decote, mamilos duros marcando o tecido fino. Tirou os óculos escuros, deixou cair no chão. Quando os dois se encararam, o ar ficou elétrico. Era ódio puro, amor podre e um tesão doentio que dava pra sentir na pele. Fernando rosnou: — Entra, sua puta. A porta bateu com força atrás deles. Nós três entramos em seguida, pé ante pé, e nos largamos no sofá de couro rachado da sala. A porta do quarto ficou entreaberta uns vinte centímetros – luz amarela quente vazando, sombras dançando na parede. Silêncio absoluto por uns dez segundos. Depois o primeiro tapa. Seco. Na cara dela. Solange soltou um gemido rouco que era metade dor, metade prazer sei lá mais o que. — Você ainda me odeia, né? — voz dela tremendo. — Odeio pra caralho — ele respondeu, voz grossa, quase quebrada. — E amo tanto que dói mais ainda. O vestido caiu no chão com um som molhado de teci...

Turma do Fundão da Classe Descobre que Sua Professora é Atriz Pornô - Capítulo 8: o encontro

  O sábado e o domingo viraram um borrão de sexo sem fim. Eu e minha mãe transávamos em todo canto da casa: na cozinha enquanto ela lavava louça e eu metia por trás, na sala com ela de quatro no sofá, no banheiro com o chuveiro ligado e ela gemendo alto no meu ouvido e eu morrendo de medo dos vizinhos escutar, no quintal à noite com medo do vizinho ouvir metia ate mais devagar, até no meu quarto com a porta trancada e o som do colchão rangendo ecoando a casa inteira. Ela pedia mais, mais fundo, mais forte, gozava esguichando no chão, lambia meu pau sujo de porra como se fosse o último dia da vida dela. Eu já nem sabia se era só as pílulas rosa ou se tinha algo verdadeiro ali – um desejo que sempre existiu e a droga só libertou. Eu tava começando a gostar pra caralho, a querer aquilo também, o pau duro o dia todo, o corpo dela me viciando igual ela tava viciada em mim. Domingo à noite finalmente tive um descanso – ela apagou exausta na cama, eu deitei do lado, o corpo moído de tanto...

Virei a Piranha da Festa Com os Amigos do Papai

  Era uma festa da firma que o meu pai trabalha. Os amigos coroa dele me olhando com cara de tarado. A novinha piranha com um vestidinho preto curtinho e carinha de bêbada dançando no meio dos amigos do papai. Com um drink na mãozinha e a bundinha rebolando pra cima e pra baixo. Filha única, loirinha, princesinha do papai. E os amigos dele tudo casado me olhando rebolar empinada parecendo uma cachorra no baile funk. A barra da saia do meu vestidinho preto subindo a cada rebolada, deixando metade da minha bunda aparecer. Uma calcinha fio dental COMPLETAMENTRE ENFIADA e a minha carinha de ninfeta querendo rola. A patricinha loira das coxas grossas e peitinhos turbinados. Usando uma sandália de salto me deixando menos baixinha e mais empinada. E umas luvinhas que me davam ar de puta de luxo. As poupinhas da minha bunda aparecendo. A cara de tarado dos coroas me olhando. Eu adoro esses olhares. A filha comportada do amigo deles virando a piranha da festa. Empinadinha dançando na pista,...

Dei meu cu para o pai do meu namorado

  Meu namorado, Bruno, fez dezoito anos e precisava se apresentar no Tiro de Guerra. A mãe dele até fez uma promessa para que não o chamassem, mas, infelizmente, não deu certo — ele foi convocado. Foi chato, porque ele tinha o cabelo grande, cuidava dele com todo amor e carinho, e agora tinha que raspar. Fez o maior drama por causa disso, chorou e tudo, mas não havia outro jeito. Saía de manhã e só voltava de tarde. Às vezes, meu pai o pegava de carro — dava aquela carona que ninguém nega —, mas, quando não tinha jeito, ele voltava de ônibus. Quando o vi de farda pela primeira vez, achei tão bonito... me deu até um negócio. Só que ele detestava. Nosso namoro, que estava uma maravilha, foi ficando chato. Ele vivia cansado, e as conversas começaram a ser só sobre arma, ronda e fazer flexão. Eu não queria ficar sozinha em casa, então ia para a casa dele, ficava vendo televisão e jogando papo fora com o pai dele enquanto o Bruno não chegava. O pai já era aposentado — da época em que po...