Fazendo a enteada rabuda de puta

 Me chamo Dan e tenho 28 anos, sempre chamei atenção por ser um cara forte, ombros largos, meio troncudo, braços, pernas e peitoral forte, nada exagerado.

Sempre fui muito tarado e gostei de sexo, não importa quem tivesse de quatro na minha frente meu caralho roliço, pra um cara de média altura, sempre estaria em riste feito uma tora, apontado pro buraco de quem fosse rs.

Nessa época eu estava namorando uma bela de uma preta, que apesar de ser safada e ter um fogo do caralho, não acompanhava o meu tesão que parecia não querer abaixar.

A gente estava morando junto à algum tempo, em um lugar bem humilde com 3 cômodos em uma região bem pobre. A casa era dela e eu havia me mudado à pouco tempo para viver com ela e a estrela desse conto, sua filinha novinha, Júlia, que pra idade tinha um corpo que deveria ser pecado uma novinha daquela ter. Coxa grossa, quase não tinha seios, um cabelo cacheado não muito longo e um puta rabo que era tão cheinho e redondo que quem olhasse não ligaria pra idade que ela tem pra começar a desejar aquele pedacinho de 1,47 de altura.

Dentro daquele barraco eu e a mãe dela não tínhamos pudor nenhum, estávamos sempre sem muitas roupas, nos pegando, mesmo com a minha enteada em casa. Sempre fodíamos no mesmo quarto em que a garota dormia conosco, nossas camas eram separadas por uma cortina para termos privacidade.

Quando metíamos no sofá, uma coberta por cima era a única coisa que nos cobria, enquanto a Julinha estava no quarto com o celular da mãe. Em um certo dia, aquela preta maravilhosa estava engolindo meu caralho me cavalgando tão gostoso que não tinha mais coberta cobrindo nossos corpos desnudos e a gente nem mesmo estava lembrando da garota que estava no outro quarto, eu só queria fazer aquela safada se gozar toda espetada naquela vara dura e grossa.

- vai cachorro ohhhh, lambuza essa buceta… me faz gozar nessa rola grossa ahhhh ainnn - ela gemia e gritava escorrendo suco de buceta no meu caralho.

- morde essa rola com a buceta… sua puta… safada… vagabunda… dá gostoso pro seu macho porraaaa - Eu urrava de prazer e nesse momento percebi que aquela moreninha linda nos espionava pela porta.

- Eu vou gozar nessa xota… cadela… gostosa… que buceta apertada caralhooo .

Aquela mulher parecia em transe sentando no meu cacete, quicava enquanto gozava e choramingava palavras sem sentido. Nessa hora eu gozei litros dentro daquela preta gostosa, sem tirar um segundo os olhos daquela espiã taradinha, que assistia sem piscar, o meu leite escorrendo da buceta de sua mãe.

À partir daquele dia ela passou a me olhar diferente, sempre olhava pra mim e dava risinhos de cumplicidade. Quando ela dançava funk na sala, em frente ao sofá que eu sentava, me olhava por cima do ombro com uma carinha de sapeca e sorria, rebolando aquele cuzão grande demais pro seu tamanho e sempre com shortinhos e saiinhas minúsculas que a mãe comprava pra ela… dizia que “ela é um mini mulherão, tem que se mostrar mesmo”, quem sou eu pra contestar, certo rsrs?

Não é segredo pra vocês que eu desejava aquela novinha rs… E depois que ela me flagrou com a mãe, passou a se aproximar mais de mim. Vivia com aquelas roupinhas curtas quando a mãe não estava e nossas brincadeiras passaram a tomar um teor impróprio demais, sempre que podia vinha me abraçar quando eu estava no sofá, sentando no meu colo. Nesses momentos eu sempre inventava uma brincadeira para pegar naquela bunda e sentir o calor daquele bucetão que ela aparentava ter. A gente rolava na cama brincando de fazer cócegas e prender, eu segurava àqueles bracinhos e fazia meu caralho duro sarrar naquele reguinho descaradamente.

roupas, somente com um calção de seda largo.


Chamei ela com um sorriso malicioso, pedindo abraço antes de dormir, ela veio toda alegre e cheirosa me abraçar. Sem nenhum pudor e como sempre, apertei aquele rabão e subi aquele toquinho de menina pro meu colo, que veio sem debater e sorrindo como todas as vezes rsrs.


- Tu ta cheirosa Julinha, sabia que tu é linda ?? - Segurava firme aquela raba, apertando e alisando aquela pele lisinha.


- Mas as meninas da minha sala falam que eu sou a mais gorda e que meu cabelo não é liso iguais aos delas.


Meu pau já pulsava inconscientemente em baixo daquele corpinho. Foi quando notei que ela não tinha nada por baixo do roupão minúsculo, e como ela estava no meu colo de perna aberta, eu tinha toda a visão daquela miniatura safadinha quase nua. O roupão mal amarrado não escondia aquela rachinha lisa e quente, que naquela altura se mexia em cima da minha tora e nem aqueles biquinhos, que escapuliam pra luz quando ela se mexia.


- Essas meninas tem inveja de você, olha que corpo lindo você tem garota… olha esse rabão… tu é muito gostosinha… vai fazer sucesso com os rapazes rsrs - apertei descaradamente e separei as bandas daquela raba pra ver pelo espelho aquela buceta e cuzinho que eu tanto desejava.


- Você me acha gostosa tio Dan? (me chamava de tio rs) - ela disse me olhando no olho com aqueles olhos arregalados de curiosidade e expectativa.


- Garota, se tu tivesse mais idad… rs…


- O QUE ? - ela respondeu curiosa e sorrido maliciosamente.


Meu tesão e sanidade estavam no espaço nesse momento… aquela xoxota tava fervendo e parecia querer morder meu cacetão por cima do calção. Foi então que nessa hora eu puxei a parte da frente do calção e meu pau, num salto pra cima, bateu naquela barriguinha.


- Eu te faria brincar nisso aqui igual sua mãe aquele dia, sua taradinha.


- Você também teria coragem de fazer isso comigo ? Meu pai antes de morrer era meu namorado, você quer ser o meu namorado agora tio Dan?


Eu não acreditara no que acabava de ouvir, precisava comprovar se aquela garotinha já era mesmo descabaçada, e num momento sem raciocinar, eu levantei a bundona daquela ananzinha e posicionei meu caralho duro na portinha de sua buceta que já babava toda minha cabeçona.


Soltei aquele corpinho - AINNNN… - ela gritou, me abraçando, e apesar daquela xota ser bem apertada, fez com que toda a cabeça de minha rola sumisse naquela gruta melada.

- porra bebê… desce mais um pouquinho


- Aiiinnnn é muito grande tio… você vai me rasgar… uuhhhh ahhhhh


- Para de frescura que tu já aguenta vara, agora desce tudo no pintão do tio… rebola igual quando tu dança funk… isso vai até o final… relaxa essa xoxotona… ohhhhh porraaaa… não me faz gozar ainda sua vagabunda… caralhoooo… porraaa - metade do pinto já tava dentro e ela rebolava timidamente tentando se acostumar, não demorou muito e aquele bucetão aberto já dava sinal de aguentar levar pau e eu já fazia ela subir e descer gostoso no meu cacete.


- Isso minha novinha, deixa eu arregaçar essa buceta… ahhhh quica na vara do tio minha putinha… agora tu é minha… essa bucetona gordinha me pertence… cachorra… vagabunda… ahhh que xota gostosa… caralhooo


Ela engolia rola igual mulher grande, e escorria todo aquele leitinho branco de buceta por todo o meu cacete. O susto tinha passado e aquela novinha parecia ser outra pessoa.


-Aiiinnnn tio… minha buceta… ahhhh devagar… Aiiiii…


- Assim putinha geme, mas não para de sentar porraaa… vou gozar nessa buceta ahhhh… vadia… goza na pistola do seu novo papai… minha puta ohhhh… toma caralho novinha ahhhh


- Ahhhhhhh… me come paizinho… ohhhhh ahhhhhh ainnnnnn - pelo espelho eu admirava meu pau escapulindo daquela bucetona aberta e toda melada de gozo.


Não podia deixar passar, coloquei aquela novinha de quatro com aquele rabo grande e gostoso empinado e bombei aquela buceta até meu caralho doer. Eu ia fodendo aquela pequena e os tapas que eu dava naquela bundona ecoavam pelo quarto.


- Empina assim igual uma cadelinha vai porra… toma nesse bucetao gostoso… ahhh aperta mais meu pau vadiazinha… que gostoso porra ahhhh - batia tanto naquela raba novinha que já estava marcada.


- AHHHHH… tio ahhhh… gostoso… vainn ahhhhh - ela se tremia todinha, rebolando sem consciência no meu caralho, aquela novinha tava gozando seguidamente na minha vara e eu não parava de meter, puxava aqueles cachos e socava feito animal rosnando e urrando.


- aaaah porra… vou gozar… caralho… que buceta mais gostosa minha putinha tem caralhoooo - tirei meu pau da buceta daquela garota e gozei tudo mas suas costas… eu estava realizado, fodi aquela novinha que tanto me deixava maluco.


Mandei ela ir pro banho e como ainda faltavam 2 horas para que sua mãe chegasse, fui atrás tomar banho com ela. Lá fiz ela se ajoelhar e tomar o leitinho como uma boa putinha, e como sabia mamar aquela garota. Gozei feito louco naquela boquinha experiente. O pai se foi, mais deixou um PUTA legado rsrs.


Depois conto mais sobre minhas aventuras com Julinha, não ficou só nisso, aquela gatinha tomou gosto por sexo selvagem, e eu como um safado de carteirinha, não deixei passar. Agora tenho duas putinhas em casa pra cuidar do meu tesão. Ao menos não estou na rua traindo, não é verdade ? Rs


Abraços amigos, logo postarei mais sobre meu outros contos.

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