Juju, a priminha danadinha
Olá a todos, podem me chamar de Will hoje tenho 39 anos; porém esse fato aconteceu quando eu tinha quase 18 anos, nas férias escolares . Sou Moreno, olhos e cabelos castanhos, 1.69 magro, mineiro.
Férias sempre é bom pra rever a família que mora longe, e nessa época tinha muitas primas lindas, e uma dessas era muito agarrada a mim, vou chamá-la de Juju, tinha seus dezoito ,menos
seis anos; moreninha tipo Índia, peitinhos pareciam 2 pequenos limões , sorriso fácil e boquinha carnudinha, baixinha e com bundinha arrebitada ; bem garotinha, muito sapeca, e tava sempre
querendo brincar comigo, adorava sentar no colo, as vezes tomando meu café pedia pra ficar junto , sentando no meu colo e ficava aninhada olhando eu soprar meu café quente e bebericando.
O fato que aconteceu, me marca a memória até hoje; minha avó precisou sair junto com minha tinha e a deixou sob a minha guarda, estava na rua e ao chegar na casa de minha vó recebi
esta incumbência, mas disse pra ficar tranquilo pois ela estava dormindo e por sinal ela era difícil de acordar; mas pra não deixa-la sozinha; então fiquei meio que de babá dela, por mim estava
tudo bem.
Elas pegaram o primeiro ônibus pro centro da cidade e tranquei as portas e a fiquei observando o quanto estava ficando bonita, Juju não era mais aquela menininha sem graça, pois já
cresciam peitinhos e as coxas ficando mais grossas, e o perfume natural que me deixava doido, criei coragem e me aproximei da cama e a observei mais de perto; usava uma camisa que mostrava a
barriguinha, chortinho de algodão de menininha, peitinhos apontados pra cima ,sem sutiã; meu coração estava quase saindo pela boca de tão acelerado, tesão de adolescente é foda, mas
também estava doido pra senti-la.
Me aproximei e chamei pra ver se acordava e nada aconteceu, criei coragem e toquei de leve na pontinha de um dos seus doce seios e pude sentir a maciez do teu jovem corpo, apertei mais
um pouquinho e levantei a pequena blusa até o pescoço revelando seus bicudos peitinhos, cheguei perto e tinha uma mistura de cheiro de doce, leite e suor; passei a língua e chupei devagar,
ainda sem reação da priminha que até ressonava, com a mão livre mexi por cima do seu shortinho de algodão onde se encontrava a bucetinha, estava muito quente nesse dia e com essa emoção
toda estava muito suado, tirei minha camisa e continuei ,mas dessa vez sendo mais ousado e enfiando a mão pela parte de cima do shorts e puxei revelando não usar calcinha naquele momento,
então palmeei sua pepekinha e alisei bem devagar enquanto chupava agora o seu outro bikinho de carne; a maciez da sua intimidade já me deixava estourando de tanto tesão, que delícia sentir
suas carnes jovens, nua e crua.
Ela estava com sono muito profundo, ou fingia dormir, não sei ; mas continuei sabendo que talvez não tivesse outra oportunidade dessa e sabendo que ela estava casa vez me atiçando mesmo
que ingenuamente( ou na maldade), o seu priminho safado aqui, resolvi tirar seu shortinho devagar , joguei pelo chão e me posicionei entre suas pernas e comecei chupando seu pequeno
grelinho com ralos pelos nascendo, uma mistura de xixi com mel e suor, aquilo deu um UP no meu tesão, não parecia que estava ali, mas sim num local onde não queria que o tempo passasse de
forma nenhuma; abria devagar seus grandes lábios e enfiava a língua como um cachorro que bebe a água com bastante sede, aí dessa forma sinto uma mãozinha na minha cabeça e escuto ela
começando gemer baixinho, olho pra cima e ela ainda com os olhinhos fechados aperta minha cabeça e pede:
- Aaaaaaaiiiiiffff chupa priminho! lambe minha xotinha, passa a língua no meu "clits" e me faz sua putinha da família; fiquei assustado por ela ter acordado mas logo me acalmei pela sua
reação, que por sinal aprovava a boa chupada que levava no seu modo sleeping. Aquilo me deixou mais tranquilo e ciente que daria certo meu plano, então chupei com mais tesão e já tirava
minha bermuda meio sem jeito , e tropeçando me levantei e fui na beirada da cama até onde ela estava e ofereci minha pika pra ela mamar, e logo foi abrindo a boquinha e olhando pra mim,
com olhinhos fixos nos meus pra perceber se estava gostando e captando todos os meus
sentimentos pelo tesão da mamada ela estava me dominando e me fazendo virar os olhos com a delícia de chupeta que fazia, parecia que simulava em pirulito e por isso a prática ou já mamava
algum priminho da família sem ninguém saber, enfim estava muito bom; do nada ela pede pra tirar seu cabacinho, perguntei se tinha certeza daquilo e ela disse que sim, estava com muito tesão
e me queria como seu primeiro homem , então fui pra cama e dei mais uma chupada gostosa na xotinha, coloquei um travesseiro por baixo da sua bundinha pra ficar na melhor altura e pincelei a
chapeleta na entradinha da pepekinha já super lubrificada e fui empurrando devagar pra não se assustar, suas carnes estavam oferendo resistência natural , mas aos poucos fui dando macetada
até que senti um ploc! já era o cabaço, e fui aumentando o ritmo devagar ; então abracei sentindo seus peitinhos no meu peito,
dei um beijo gostoso e soquei forte abafando seu grito do estouro do cabaço que já não tinha mais, parei um pouco e fui colocando devagar, agora já feita minha mulher comia gostoso sua
bucetinha e sentindo o melado fazendo barulhinho na batida das bolas na entradinha. Pra não gozar logo parei um pouco e a virei de bruços e a bracei por traz e disse em seu ouvido, agora é a
vez de tirar o cabacinho de traz; ela só pediu pra ir com cuidado pra não doer, a bundinha dela era uma delícia, média, arrebitada , toda durinha; como não tinha gel nenhum lubrificante fui na
geladeira e peguei um pouco de Qualy, passei na entradinha do cuzinho, e coloquei 2 travesseiros por baixo do ventre e coloquei a cabecinha, entrou fácil mas fui empurrando devagar pra se
acostumar com o invasor, a safada choramingava mordendo o travesseiro, perguntei se tava doendo, pois se tivesse podíamos parar, ela apenas falou baixinho:
-Tá doendo mas tá ficando gostoso primo, me soca gostoso vai , quero dar meu cusinho hoje pro meu macho safado; essas palavras foram como querosene jogada na fogueira, pois daí pra
frente foi só colocada forte, apertei o seu pescoço devagar chamei de minha ninfeta safada e coloquei gostoso no seu cusinho que parecia mastigar minha pica de tão apertada mas a margarina
estava ajudando demais, cusinho com cheirinho de margarina, huuuuuum que delícia. Estava quase gozando quando a safada empinou mais e pediu pra socar bem fundo e encher seu cusinho de
porra, e assim foi feito ; esporrei como se não gozasse a uns 2 meses, ficando engatado com a pica ainda dentro de sua bundinha eu beijava seu pescoço e dava mordidinhas na orelha dizendo
que agora sempre que vir de férias seria minha putinha safada.
Foi assim a primeira transa com minha prima safada. Moro hoje na cidade do Rio de Janeiro, adoro uma putaria, chupar buceta e fuder um cusinho apertado se alguma mulher se interessar
Comentários
Postar um comentário