Meu filho me deixa molhadinha. Tento resistir, mas não consigo

 Eu pensava ser uma pessoa normal. Uma mulher normal, sem grandes taras e sem grandes aventuras na vida.


Isso foi até eu pegar meu filho e sua namoradinha no quarto transando.

Já fazia um tempo que eu não via muita graça no meu marido. Eu já estava naquela fase de inventar mil desculpas para não ser obrigada a transar com ele.


E meu marido é do tipo pacato. Não quer apimentar nada, não faz questão de investir na relação. E a gente ia levando com a barriga mesmo. Pagando as contas, cuidando das crianças. Tocando o barco.


Quando reclamei para minha mãe, ela perguntou se ele me xinga, se ele me bate, se ele me ajuda nas tarefas domésticas. Não, não, sim.


— Então ele já está melhor do que a média, minha filha.


Cada uma das minhas amigas tem uma opinião diferente sobre o assunto. Uma diz que é pra eu largar ele, outra diz pra mim arrumar um amante e outra, igual minha mãe, diz pra mim continuar no banho maria.


Eu até dei minhas puladinhas de cerca, mas quantos caras diferenciados existem por aí? Nem tantos. E quantas garotas estão em cima dos vinte por cento mais tops? Um monte. E depois das Panicats o mundo criou um mercado de corpos femininos que eu não sei se quero me encaixar.


Essas garotas parecem feitas de borracha. Peitões, rabetões, coxas grossas, músculos para tudo quanto é lado. Empoderamento e academia.


Eu sou uma garota à moda antiga.


Estou mais para princesa da Disney do que para uma Anitta rebolando a raba em cima de um palco.


Fora que não sou mais uma novinha.


Sou branca demais, tipo vampira mesmo e, quando tenho a infeliz ideia de ir para a praia, fico vermelha que nem um camarão. Não, não dá certo.


Há quem goste de uma garota que, quando leva um tapa, a marca da mão fica estampada na pele, mas não tem tanta gente assim.


Não há tanto bronzeamento artificial porque os homens são fissurados na Mortícia Addams.


Ser pálida, magrela e ruiva ao mesmo tempo não tornou minha infância muito feliz. De água de salsicha, mico leão dourado, palito de fósforo, beterraba, pão com molho, até pica pau, já me chamaram de tudo.


Claro que não fiquei magrela a vida inteira. Ganhei corpo. Não casei por ser suuuper simpática.


Sou uma feinha arrumada? Eu tenho uma opinião, as pessoas têm outra. Quem me vê toda arrumada sob uma iluminação indireta, acha que eu sou a Marina Ruy Barbosa. Agora, quem diz isso nunca me viu em casa de pijama num domingão. Pijama e calcinha de bichinho que eu sou uma garota muito infantil. Sedução é para menininhas que estão na pista. Eu quero conforto.


Eu me arrumo, me cuido, mas não quero ficar musculosa não. Músculos são lindos nos outros, mas eu prefiro curvas.


Fora a voz. Tem colegas de academia que tem voz de homem.


Gente, tenho três ativos na vida. Rosto de princesa, ruiva natural e voz meiga. No mercado, eu já estou perdendo. Se eu perco minha voz, trinta porcento da minha existência vai pro buraco.

Séria, eu sou linda, rindo eu sou um desastre. Tenho aquele rosto aristocrático que fica lindo quando faz cara de desprezo, mas tudo desaba se eu rio. Então, no máximo, posso dar um sorriso de canto de boca se quero seduzir alguém. Isso toda produzida, claro.


Uma vez, na escola ainda, um amigo meu que só me via toda largada no colégio foi numa festa, acho que era Halloween, um pretinho básico contrastando com a pele quase luminosa que eu tenho. E a pele aparecia em pontos estratégicos. Eu tinha essa calça onde os bolsos eram vazados, então a pele do meu quadril aparecia onde deveriam estar os bolsos. Era terrível para guardar as coisas, mas o efeito nos homens era imediato. O truque é mostrar sua pele onde eles não costumam ver. Uma vez eu vi uma crente com um vestidão daqueles que vai até o pé. Só que tinha dois detalhes. Primeiro, o vestido era muito colado na bunda, então a silhueta da raba já entortava pescoços. E o vestidão tinha um corte, de onde surgia quase que a perna toda da mulher, aquela perna bronzeada desnuda emergia com uma sensualidade naquele vestido escuro, como nenhuma garota de shortinho conseguiria produzir.


Esse meu amigo ficou estupefato comigo naquela festa. Perguntou onde eu tinha escondido a sua amiga.


Estava eu naquele domingo à tarde, aquele onde você já sente saudade do sábado e percebe que a segunda está chegando. Maridão largado no sofá assistindo Faustão e eu trancada no quarto com a cara verde, parecendo um abacate. E um ruído estranho vem do quarto do Guto.


Vou até lá. Giro a maçaneta. Trancado. Chego perto da porta e ouço uns gemidos. Alguém estava se divertindo lá dentro. Vou para o banheiro e tiro a máscara. Imagina que eu vou de abacate dar show dentro de casa. Lavo o rosto, faço um look básico e dou a volta. A janela do quarto do meu filho não fecha direito e o maridão nunca tem disposição de arrumar. Só abro uma frestinha. Queria confirmar a sacanagem antes de armar o meu barraco. A menina estava chupando meu garoto com um gosto. A pica dele tão apetitosa que eu comecei a vazar de tão molhada que eu fiquei. Se eu abrisse aquela janela ia ser a maior vergonha, porque eu não ia conseguir parar de olhar para aquela rola maravilhosa. Então, eu me tranquei no banheiro e fui tomar banho. E aquele chuveirinho foi meu amante mais uma vez.


A partir desse dia, passei a reparar no Gustavo. Toda desculpa era uma boa desculpa para tirar a camiseta dele e ver aquele peitoral, aquela barriguinha tanquinho. Guto era o meu número e eu nunca tinha percebido.


Meus banhos passaram a ser cada vez mais demorados. Quando o chuveirinho não deu mais conta, eu passei no sex shop e arrumei um vibrador, um roxinho. Nossa, como me diverti com o Gutinho. Era super discreto e eu o levava para todo lugar.


Comecei a me produzir mais, não andava toda largada pela casa.


E passei a reparar nas namoradas e amigas do Guto. E nos amigos também.

E passei a reparar nas namoradas e amigas do Guto. E nos amigos também.


Homem é assim, eles gostam de competir uns com os outros. Então se você quer seduzir um novinho e não é uma Anitta, comece chamando a atenção dos amigos dele.


Pelo menos, foi o que eu fiz.


Assim como as vampiras, o sol não é meu amigo, mas de noite, eu brilho. Comecei a estimular o Guto a chamar seus amigos para dormir em casa. E sempre ia oferecer um suquinho, uns biscoitos. Sou uma garota à moda antiga, lembra? A gente costumava ganhar os homens pelo estômago.


Logo, eles passavam mais tempo comigo na cozinha do que no quarto com o Guto.


Entre os vários penteados que eu testei, percebi três que deixavam eles doidinhos. Os dois primeiros envolviam rabos de cavalo. Um era um rabo de cavalo alto, a franja ondulando sobre a testa caindo ao lado do rosto. Outro era um rabo de cavalo de ladinho que me dava um ar juvenil. E no terceiro, o cabelo era penteado para um lado e eu prendia o outro com uma trança, puxando para trás. Em todos eles uma característica em comum. O meu pescoço ficava parcialmente ou totalmente exposto – o instinto animalesco da presa vulnerável se apossava deles. Isso, a curva dos ombros e o colo parcialmente à mostra os deixava completamente vidrados.


Quando eu pegava qualquer coisa no alto, minha barriguinha aparecia e meu umbigo fazia seus queixos caírem.


Uma vez, estávamos assistindo a uma série na Netflix. Eu e meu marido estávamos em um sofá, o Guto e cada um de seus amigos em nos puffs espalhados pela sala. E eu notei, de canto de olho, uma movimentação estranha nos ombros deles. Um estava coberto, apesar de não estar tão frio assim e o outro tinha uma almofada grande no colo. Os dois estavam se masturbando. Eu me fiz de desentendida, mas me ajeitei no sofá para dar uma visão melhor aos meninos. Depois levantei, rebolando a raba até a cozinha para pegar mais pipoca. Quando voltei, não sentei de novo no sofá, me abaixei, empinando a bundinha e mostrando o decote. Passei a dar pipoca na boca do meu marido. Foi nessa hora que os meninos começaram a ficar ofegantes. Quando relaxaram, eu sabia que eles tinham gozado.


Depois de algumas semanas daquilo, comecei a selecionar quais amigos poderiam frequentar a nossa casa. Eu não era uma atração turística.


Quando Guto começou a reclamar dos amigos, eu notei que meus esforços estavam dando resultado.


Entramos então na fase 2. A validação e o desprezo.


Passei a pesquisar sobre os passatempos do meu garoto. Se ele se interessava por alguma coisa, eu queria saber sobre. Na maior parte do tempo eu elogiava e ficava do lado dele, mas às vezes, eu tomava o partido dos seus amigos, fazendo com que ele percebesse o risco. Assopra, morde, assopra. Esse é o jogo.


Sinceramente, descobri muita coisa interessante sobre meu filho e sobre mim mesma nesse processo.


Tá, muita coisa eu só elogiei para inflar o seu ego. E tinha muita coisa boba mesmo. No entanto, encontrei vários tesouros perdidos entre os interesses do Guto. Tesouros que eu estimulei que ele corresse atrás.


Pelo histórico da internet, eu percebi que o interesse do Guto mudou de “teen” para “MILF”. E o número de entradas para “redhead” e “ginger” era bastante animador.


Passamos então para a fase 3. Contato físico.

No começo do casamento, eu sempre fazia massagens no meu marido quando ele chegava cansado do trabalho. Depois, com o nascimento das crianças, isso foi ficando de lado.


Passei a fazer massagens no Guto, passar protetor solar nele e tocá-lo de vez em quando.


Ele foi ficando cada vez mais a vontade com nossos toques, abraços, depois beijinhos.


Por mais tentada que eu ficasse em agarrar sua ereção, eu procurava me conter.


Meu marido que se deu bem nessa. O Gutinho, meu vibrador, já não estava dando conta e eu precisava de uma pica de verdade. Claro que eu transava de olhos fechados, só imaginando o macho que eu realmente queria dentro de mim. Não que meu marido não me comesse gostosinho, não que ele não me fizesse sentir mulher, mas feijão com arroz e ovo frito uma hora cansa. Ainda mais quando eu tinha uma bela calabresa dormindo no quarto ao lado.


Uma vez, eles – Guto e seus dois melhores amigos – beberam demais e chegaram em casa alegrinhos. Eu dei bronca, claro. Depois preparei algo para eles comerem. Naquela noite eu tinha inventando uma desculpa qualquer e estava particularmente arrumada.


Um dos amigos do Guto, cheio de coragem pela bebida, veio para cima.


— Dona Giselle, você é muito linda.


Eu fiquei entre provocar ele ainda mais ou não. Optei por não.


— Guto, tira o seu amigo daqui.


O Guto tirou, mas não sem dar uma boa olhada no meu corpinho bem delineado pela roupa que eu vestia. Ele eu não hesitei em seduzir. Com olhares, com sorrisos.


Ele só tava alegrinho quando chegou. E sem botar um só gole de álcool na boca, começou a ficar mais “bêbado” conforme eu o provocava. Imagino que “eu tava bebuh” é uma desculpa tão boa quanto qualquer outra.


De qualquer maneira, depois de comer e depois que seus amigos apagaram na sala, ele começou a cambalear a olhos vistos.


— Vem filho, você tá muito bêbado. A mãe vai te dar um banho.


Guto é um menino muito inteligente. E não falo isso só porque sou mãe dele não. Mas é um péssimo ator.


Na hora de se agarrar em mim, ele tava bêbado. Na hora de tirar a roupa, o álcool perdia o efeito.


Botei meu filho na banheira e dei aquela ducha de água gelada.


Ele reclamou, esperneou e, ops, acabei caindo na banheira, a água gelada deixando meus mamilos durinhos a centímetros da boca dele.


Eu até falei “para filho” e “você está bêbado”, mas sua pegada firme e sua pica mais firme ainda acabou vencendo minha “resistência”.


Guto levantou minha saia, rasgou minha calcinha e sua pica fenomenal entrou rasgando na minha xoxota. Até fingi alguma resistência, mas logo estava cavalgando naquele caralho grosso e duro feito pedra.


Ele me pegou na banheira com tanto gosto que logo o primeiro orgasmo veio. Eu travei os dentes e continuei cavalgando nele, mesmo com a xoxota pedindo arrego. Logo, ele encheu minha buceta de porra quente.


Essa primeira transa foi um “acidente”.


A gente combinou que o pai dele nunca iria ficar sabendo e que nunca mais deveria acontecer.


Mas as massagens continuaram e cada uma ficava mais quente e mais ousada do que a anterior.


A gente “jurou” nunca mais transar, mas ele pediu para “brincar” comigo e eu deixei.


Ele começa pelo meu pescocinho. Como chupa bem o meu vampirinho. Sabe estimular toda a área sensível entre o pescoço e a orelha. Desce para minhas tetas, mamando feito um bezerro. Cada mamilo tem a sua vez e cada vez alternando entre o carinho e a selvageria. Desce pela barriguinha, cingindo o umbigo de cócegas gostosas. Não vai direto para a buceta, faz baldeação nas coxas e se aproxima dela uma chupada de cada vez. E, quando chega finalmente na xoxota, eu já estou subindo pelas paredes. Não usa a ponta da língua, espera o grelo ficar durinho antes de atacá-lo. E, quando estou quase gozando, o safado bota a ponta do dedinho no meu cuzinho. Meus próprios movimentos me fazem engolir seu dedinho pilantra e quando percebo, ele está bem atochado no meu rabo.


Claro que, ao experimentar o meu suco, não ficamos só na brincadeira.


Sua pica dura e grossa me invade, me agride, me arrebata. Ele arremete cada vez mais forte, cada vez mais rápido. Eu me recurvo, me empino, me afogo em tesão. E, de novo, sua gala esguicha dentro de mim, quentinha e gostosa.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O Chefe do meu marido

Trai o meu marido com um garoto

BANDIDOS ME FIZERAM COMER MINHA MÃE E NEM PARARAM POR AÍ — PARTE 2

Mãe Divorciada, Incapaz de Resistir, Transa Com os Amigos do Filho

Como foi meu primeiro sexo "anal" com minha mãe

Minha esposa com dois amigos

Meu filho gozou dentro de mim, e fomos pegos

Peguei meu filho se masturbando com a minha calcinha, e dei uma lição nele

Minha esposa faz com nosso filho

Minha esposa delicada e seu aluno