Finalmente a minha esposa aceitou
Já tínhamos conversado muito sobre o meu desejo, mas a minha esposa sempre dizia que não sabia se era capaz. Não entendia porquê, afinal quando tínhamos começado a namorar eu ainda era virgem, mas ela tinha já tido vários namorados e transado com todos eles.
Naquela noite saímos à noite e ela bebeu um pouco mais e se soltou um pouco. Um cara não tirava os olhos dela e quando a convidou para dançar ela me perguntou se podia. É claro que aceitei.
Ele com as mãos na cintura dela, ela bamboleando o corpo, os corpos dos dois se juntando, se roçando ao ritmo da música e ela sorrindo para mim. A dada altura ela segredou para ele apertar a bunda dela para fazer ciúmes ao marido.
O cara descaiu as mãos e as encheu no rabo dela. Apertou bem o rabo dela, empurrando o corpo da Malu contra o seu. É obvio que ele estaria com o pau duro e ela o terá sentido a roçar no seu ventre. É claro que isso me excitou. A Malu estava fazendo tudo para me agradar.
No fim da música ela regressou para o pé de mim, trazendo o cara, de mão dada a ele. Me apresentou o cara, chamava-se Marcos. A conversa fluiu, falámos de traição e eu disse se os casais fossem mais liberais, não existiriam tantas traições.
Me levanto para ir buscar bebidas ao bar, quando regresso, ele já estava sentado na minha cadeira, mais perto da Malu. Os dois conversando com muita intimidade. Me sento do outro lado. A Malu fica no meio, de mão dada a mim e com a outra mão na perna do cara. A Malu de perna cruzada, saia curta bem acima do joelho, e a mão dele em cima da perna dela. Em pouco tempo a mão dele já alisava a perna dela. E ela deixava.
Não aguento mais e proponho irmos para um local mais tranquilo, para conversarmos.
Entrámos no meu carro, eu entro no lugar do condutor. A Malu abre a porta do meu lado, mas eu digo para ela ir no banco de trás com o nosso amigo, para conversarem melhor.
É claro, que mal o carro arrancou, começaram se beijando de língua. Pelo espelho, pude observar o cara abrindo a camisete da Malu, abrindo o fecho do soutien e depois começando a passar as mãos pelos seios dela, os massajando, os apertando, enquanto se continuavam beijando descontroladamente.
Quando chegámos ao motel, ele já tinha colocado o pau duro de fora e pegado na mão dela a levando a pegar nele. Fiquei admirado com o tamanho do pau dele. A Malu parece ter gostado pois baixou a cabeça e começou a fazer um boquete, coisa que ela comigo costumava relutar. Eu mesmo tive de avisar que já tínhamos chegado.
Subimos pelas escadas, para o quarto. A Malu à frente, despenteada, com o batom borrado. Nós os dois atrás. O cara falando para mim, que a Malu era bem gostosa, que eu tinha muita sorte em ter uma mulher assim tão cavalona e liberal, e que eu ia ver como ele a ia arreganhar toda.
Mal entramos no quarto os dois se pegaram logo, como se eu nem estivesse ali. Enquanto se beijavam, iam-se despindo. Ela estava bem acesa, e desinibida, talvez por ter bebido demais.
Em pouco tempo ela ficou em frente dele, completamente só de calcinhas, e com umas sandálias de salto alto. O cara se chegou perto dela e beijou-a na boca enquanto metia a mão dentro das calcinhas dela, passando os dedos na buceta encharcada da Malu, que gemia e rebolava devagarinho nos dedos do cara.
Eu sentado numa poltrona os observava, me masturbando e dando força ao cara para fazer tudo com a Malu, o que as outras não deixavam fazer.
Aí ele pegou nos cabelos dela e a colocou de joelhos mandando ela abrir a boca, para enfiar o caralho todo na boca da minha amada.
Eu nem sentia uma ponta de ciúme. Tudo o que desejava, estava acontecendo. Um cara com um pau maior do que o meu, fazendo o que queria da Malu, me humilhado e ela delirante.
Quando ela se levantou, o cara a empurrou e ela se deixou cair de costas na cama, ficando com as pernas fora da cama. Ela mesmo tirou as calcinhas e abrindo as pernas fletiu os joelhos. Aí o cara em pé ficou bolinando o pau na entrada da buceta da Malu, até ela pedir para ele a foder. Aí o cara meteu o pau nela, devagar e começou primeiro num vai e vem devagar. Ai a Malu falou para mim, "Amor, ele está comendo a sua esposinha, deixa eu gozar no pau dele, deixa!". E eu respondi, "vai amor, fode e goza gostoso". E aí ele começou a socar com mais força para delírio dela, que logo me chamou, para lamber a xota dela. Relutei um pouco, afinal o cara estava metendo nela e eu teria de me aproximar do pau dele. Mas como estava com tanto tesão acabei por aceitar.
Comecei a lamber o grelo dela, enquanto o cara metia nela. E eu via aquele pau monstruoso bem perto de mim entrando e saindo da bucetinha da Malu. De vez em quando a minha língua batia no pau dele. Aí me afastei novamente e disse para o cara meter nela com forca e gozar dentro.
O cara socava com força, me olhando, como me mostrando como se fode uma mulher. Só se ouvia o ranger da cama e o knock knock. Trocaram várias vezes de posição, com a Malu sempre obedecendo às ordens do cara. O cara sempre que podia ficava metendo o pau na buceta dela e os dedos no seu cuzinho a fazendo gemer como uma cadela no cio.
Por fim, o cara se sentou numa poltrona, segurando o seu cacete duro e chamou a Malu para se sentar nele. E aí aconteceu o que nunca pensei ver.
Ela se sentou devagar de costas para ele, de frente para mim, deixando ele colocar aquela vara monstruosa na entrada do seu cuzinho. E aí à medida que ela deixava descair o seu corpo, o pau dele entrava no cuzinho dela até estar todo dentro dela. Depois ela mesmo foi cavalgando na vara do cara, como uma autêntica puta. Enquanto o fazia com uma mão o cara bolinava a buceta dela que pingava de tesão. Podia observar o pau dele entrando e saindo do cu da minha esposa, bem como a face dela numa expressão de dor e prazer. Aquela cena me deixava louco. E assim continuaram até ela gemer e se contorcer de tesão, apertando com o ânus o pau do cara, que não se aguentando inundou de porra o cuzinho da Malu.
Ele mesmo esperou uns segundos até tirar o pau, e abrir as nádegas da Malu, me mostrando o seu cuzinho cheio de porra.
Já tinha o pau doendo de tanta punheta, que acabei gozando.
Tomámos os três um duche, nos vestimos e levamos o Marcos a casa. Eles se despediram, se beijando e abraçando calorosamente, prometendo se encontrarem novamente.
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