Manhã quente com a novinha da Faculdade
Meu nome é Luan(Nome fictício), e na época que isso aconteceu eu tinha 20 anos e estava no primeiro período da faculdade.
Sou um cara simples, moreno, boa pinta, gente fina, "certinho", o tipo de cara que quem não conhece acha que é um santo. Mas é claro que não é bem assim.
Na situação certa, quando o tesão sobe pelos meus 19cm de Rola grossa, eu revelo minhas verdadeiras cores. E foi isso que aconteceu naquela época.
Tinha uma novinha na minha sala que se chamava Gabi(nome fictício). Ela era mais alta que eu, com seus 1,91m de altura, enquanto eu era um cara de 1,75m. Ela tinha um cabelo castanho curto, usava óculos, coxas grossas, uma bunda grande e redonda que ficava marcada perfeitamente na calça que ela usava e tinha um verdadeiro corpo violão.
Desde o primeiro dia de faculdade a gente já tinha começado a perceber uma química entre a gente, com aquelas conversas gostosas sobre tudo quanto era coisa, e que de vez em quando rolava aquelas piadas mais quentes pra apimentar as coisas.
Mas no começo nada tinha rolado, porque ela tinha um namorado(embora fosse um webnamorado), e ela por algum motivo era muito fiel a ele, já estando naquilo a 5 anos.
Eu era um cara experiente, mas não queria forçar nada. Mantive as coisas na amizade enquanto ficava com outras novinhas da Faculdade, mas eu não conseguia tirar aquela mulher da cabeça. Eu queria sentir aquela bunda nas minhas mãos. Apertar aquelas coxas deliciosas que pareciam me convidar a devorar elas, e acima de tudo, eu queria ouvir a voz daquela novinha com cara de santinha gemendo alto pra mim enquanto levava ela pro clímax.
Mas um dia tudo mudou.
Ela terminou com o webnamorado, e eu não pensei duas vezes em começar a atacar.
No começo continuei só com a amizade, mas apimentando muito mais as conversas do que antes. A safada já estava percebendo isso, e sempre colocava mais lenha na fogueira lançando mais umas indiretas picantes pra me deixar ainda mais louco.
Até que um dia, quando estávamos conversando no whatsaap como sempre fazíamos, ela me mandou a mensagem: "Tô me trocando, tomar banho agora". E nesse momento eu sabia a mensagem mais clichê que eu poderia mandar, mas nossas conversas já estavam ficando tão quentes, que minha intuição já caleijada me disse que aquilo era um convite pra que eu dissesse aquilo. Era aquilo que ela queria. E então eu mandei aquilo sem nem pensar o quão clichê era: "Só acredito vendo".
E que visão eu tive. A safada deu um sumiço por alguns minutos, e depois disso a notificação de uma só foto apareceu no meu celular. Ela tinha me mandado uma foto daquela raba depois de acabar de ter saído do banho. Eu fiquei maluco de tesão, e depois de dar um sumiço parecido com o que ela tinha dado, mandei uma foto do volume no meu short com a legenda: "Vai responsabilizar por isso agora?", e ela me respondeu com uma só mensagem: "Vem aqui em casa amanhã de manhã que eu faço isso".
E foi naquela manhã que tudo aconteceu. Eu tinha colocado uma camisa polo branca, uma calça jeans azul normal e também estava usando uma corrente e um relógio que eu gostava muito. E claro, já estava depilado e com camisinha no bolso.
Cheguei na casa dela às 7:30 da manhã, e assim que cheguei no portão ela estava me esperando sentada numa cadeira de balanço. Ela tava com uma camisa preta normal que cobria metade da barriga e marcava bem os seios médios dela, e também estava usando um shortinho preto bem curtinho que deixava as coxas grossas dela ainda mais gostosas, e claro, marcava aquele rabão avantajado que ela tinha.
Quando entrei, ela me chamou pra jogar videogame e disse pra mãe dela que tinha chamado um amigo hoje pra vir pra casa dela. Sim, ela morava com a mãe, e aquilo me deixou com ainda mais tesão.
meu pau pra ela, que estava duro feito uma pedra, e falei:
- Agora é sua vez putinha!
Ela me jogou com força pra cabeceira da cama onde ela estava, e começou a chupar meu pau como uma verdadeira puta. Ela beijava a cabecinha, lambendo ela inteira, e colocava meu pau inteiro dentro da boca , chupando ele todo como se fosse um pirulito e masturbando ele ao mesmo tempo.
- Isso putinha, coloca esse pau todinho na sua boquinha vai! Chupa ele safada!
Ela chupava ele cada vez mais rápido, e eu não consegui me segurar de colocar a mão na cabeça dela e empurrar ele todo de uma vez bem fundo na garganta dela.
- Chupa todinho putinha! Essa boquinha hoje é minha, chupa esse pau vai!
Ela começou a lamber as extremidades do meu pau de cima pra baixo enquanto olhava pra mim.
- Que pau delicioso esse seu, cachorro.
- Vai tomar rola nessa bucetinha a manhã inteira sua putinha. - Eu dizia enquanto dava tapas na cara dela.
- Aii bate na sua putinha vai! Bate e me fode com força seu cachorro! Arromba essa buceta safada!
- Vou deixar ela arrombadinha, sua putinha!
Nós continuamos fudendo assim por quase 3 horas. Até que eu estava começando a chegar lá.
- Aaaa eu vou gozar, sua puta! Vou encher minha putinha de porra.
- Goza na minha cara vai safado! Enche minha carinha de porra cachorro.
- Ahhhh, eu tô gozando! Eu vou gozar pra minha putinha agora.
- Me dá porra vai cachorro! Me dá essa porra todinha!
Eu tirei meu pau da buceta dela e jorrei muita porra na cara dela. Eu não gozava há 7 dias, então dei 5 jatadas bem fortes de porra na cara dela todinha. A putinha bebeu toda a porra que caiu na boca dela, e começou a passar o dedo e lamber o resto que tava na cara.
Ela então limpou o meu pau todinho com a boca, o que levou a outra jatada de porra na boca dela, que ela bebeu todinha.
Como o quarto dela não tinha banheiro, eu tive que abrir a porta bem devagar e garantir que a mãe dela estivesse na cozinha, e ela passou escondida pro banheiro pra limpar a porra que tava na cara dela.
Depois disso tudo, ainda comi o almoço que a mãe dela tinha preparado e ficamos conversando na mesma como se nada tivesse acontecido. Incrivelmente, a mãe dela não percebeu nada, ou pelo menos fingiu não ter. Depois disso fui morar bem longe dela por algumas questões familiares, e nunca mais comi aquela putinha, mas essa foi uma das melhores fodas que já tive.
Comentários
Postar um comentário