Marmitinha Do Mendigo

 Era uma noite chuvosa, a patricinha Sofia estava voltando para casa após uma festa luxuosa. Ela estava vestida com um vestido curto e justo, seus cabelos loiros estavam perfeitamente arrumados e seus saltos altos ecoavam pelas ruas vazias.

No caminho, ela viu um mendigo que aparentava ter seus 60 anos, com barba por fazer e roupas sujas. Ele a olhou com um olhar faminto e ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo.

— Está chovendo muito. Por que não vem se abrigar na minha casa?

— Qual é a pegadinha, moça? — O mendigo respondeu desconfiado.

— Não tem pegadinha nenhuma. Apenas me pareceu que você precisa de um lugar para se proteger da chuva — Sofia disse com um sorriso inocente. — Eu moro aqui perto e posso te oferecer um banho quente, refeição e um lugar para dormir.

O mendigo olhou para ela desconfiado, mas a tentação de se abrigar em um lugar quente era demais para resistir.

— Tudo bem, moça. Vou aceitar seu convite, mas aviso que não tenho nada a oferecer em troca.

Sofia apenas sorriu e o guiou até sua casa. Ao entrarem, ela o levou até o banheiro para que ele pudesse tomar um banho.

— Tem toalha limpa aqui, vou buscar uma roupa pra você. — Ela se virou, fazendo menção de sair, mas foi impedida por ele.

— Garota, e os seus pais?

— Meus pais? — Ela franziu a sobrancelha, confusa.

— O que eles vão achar quando virem um mendigo, ainda por cima velho, aqui.

Sofia riu.

— Eu moro sozinha. Não precisa se preocupar. — Ela respondeu.

— Sozinha? Mas você não é muito novinha?

— Tenho 18, relaxa. Agora tome seu banho e eu vou buscar uma roupa pra você.

Enquanto ele tomava banho, ela foi até seu quarto e procurou por uma roupa confortável para o mendigo. Pegou uma camiseta velha e um par de calças largas, pensando que seriam suficientes.

Quando ele saiu do banho, ela o aguardava com as roupas em mãos. Ele se vestiu rapidamente e agradeceu por sua gentileza.

— Obrigado, moça. Você não sabe o quanto eu aprecio isso.

— Não precisa me agradecer. Me siga. — Ela saiu em direção a cozinha, sendo seguida por ele.

Na mesa, havia várias opções de comida preparadas por Sofia. Ele se sentou e começou a comer vorazmente, enquanto ela o observava com um sorriso nos lábios.

— Está gostoso? — Ela perguntou, sentando-se em frente a ele.

— Está maravilhoso. Você cozinha muito bem. Obrigado por tudo.

— Obrigada, mas não fui eu. — Ela riu. — Foi a minha empregada.

Eles ficaram conversando por mais um tempo, até que Sofia se levantou, o levando até o quarto de hóspedes.


— Espero que você se sinta confortável aqui. Boa noite. — Ela disse, dando-lhe um sorriso sedutor.


Ele a olhou nos olhos, sentindo o desejo crescer dentro de si.


— Boa noite, Sofia. E obrigado mais uma vez por tudo. — Ele respondeu, antes de fechar a porta do quarto.


Sofia voltou para seu quarto, sentindo o calor se espalhar por todo seu corpo. Aquela troca de olhares e a tensão sexual que pairava no ar a deixava excitada.


Ela se deitou na cama, imaginando como seria ter o mendigo dentro dela, explorando cada centímetro de seu corpo. O pensamento a deixava ainda mais molhada, desejando que ele a despisse e a possuísse com força e desejo.


Ela começou a se tocar, imaginando seus dedos sendo substituídos pelos do mendigo, acariciando seus seios e descendo lentamente até sua buceta, onde ele a penetraria com voracidade.


— Ah, mendigo... — Ela sussurrou, imaginando sua voz rouca sussurrando palavras obscenas em seu ouvido.


Enquanto seus dedos exploravam seu corpo, ela fechou os olhos e se deixou levar pelo prazer que sua imaginação lhe proporcionava.


A sensação de ser desejada e possuída por aquele homem desconhecido a levou ao ápice do prazer, fazendo-a gemer alto e se contorcer de prazer na cama.


— Oh, sim... — Ela murmurou, sentindo o orgasmo a dominar por completo.


E então, um barulho na porta a fez abrir os olhos, assustada. O mendigo estava ali, parado, observando-a se tocar, com o pau duro e o olhar cheio de desejo.


— Vejo que está se divertindo sozinha, princesa. Talvez eu possa te ajudar com isso. — Ele disse, se aproximando da cama lentamente.


— O que está fazendo aqui? Como entrou no meu quarto? — Sofia perguntou, surpresa.


— Eu ouvi seus gemidos, princesa. E não pude resistir.— Ele respondeu, se aproximando mais. — Eu sabia que você tinha más intenções quando me ofereceu abrigo. Agora estava aí, se tocando e gemendo igual uma putinha barata no cio, enquanto imaginava meu pau dentro dessa bucetinha gostosa e suculenta.


— Você é um tarado! Saia daqui agora! — Sofia gritou, tentando cobrir seu corpo nu com o lençol.


— O que foi, princesa? Não me diga que não está gostando da ideia de ser fodida por um mendigo. — Ele disse, sorrindo maliciosamente.


— Eu vou chamar a polícia! — Sofia ameaçou, procurando seu celular desesperadamente.

— Vai chamar a polícia e dizer o que? Que convidou um mendigo para sua casa e ele entrou no seu quarto na hora do seu prazer solitário? Vai dizer que não estava fantasiando comigo te fodendo? — Ele provocou, se aproximando ainda mais.


— Eu não... Eu não queria isso! — Sofia gaguejou, sentindo o medo se misturar com a excitação.


— Mentira. Eu vi nos seus olhos, princesa. Você queria ser usada por um homem como eu. E agora que me tem aqui, não vai perder a oportunidade. — Ele disse, agarrando sua perna e a puxando para si.


— Não, por favor, me solta! — Sofia gritou, lutando para se libertar, mas ao mesmo tempo sentindo uma onda de desejo inundar seu corpo.


— Cala a boca, princesa. Você queria isso tanto quanto eu. — Ele rosnou, rasgando o lençol que a cobria e se posicionando entre suas pernas. — Abre bem essas pernas, vadia safada, que eu vou te mostrar o que um mendigo como eu pode fazer.


Sofia, sentindo o desejo e o medo se misturarem dentro dela, quis provocá-lo não abrindo as pernas.


— Não me faça perder a paciência com você, garota. — Ele rosnou, levando uma mão até o pescoço dela, a enforcando. — Abra essas pernas, ou eu faço isso por você.


Sofia engoliu em seco, sentindo o medo dominar seu corpo. Ela sabia que não podia lutar contra ele e, mesmo contra sua vontade, abriu as pernas lentamente, deixando-o ver toda a sua intimidade.


Ele sorriu de forma predatória, aproximando-se ainda mais e começando a beijar sua pele suavemente, fazendo-a arrepiar-se de desejo.


— Você é tão gostosa, princesa. — Ele murmurou, antes de começar a explorar seu corpo com a língua, fazendo-a gemer de prazer. — Sua bucetinha é tão rosinha, tão apertadinha e pequena, meu pau vai sumir dentro dela.


— Ahhh, não... Por favor... — Sofia gemeu, sentindo o prazer se espalhar por todo seu corpo.


Ele a penetrou com força, fazendo-a gritar de prazer e dor ao mesmo tempo. Ele a possuía com voracidade, enfiando seu pau completamente dentro dela, mostrando quem estava no controle da situação.


— Sim, isso mesmo, vadia. Goste do que está recebendo. Você pediu por isso, agora aguente as consequências. — Ele rosnou, movendo-se dentro dela de forma bruta e intensa.


Sofia se entregou ao prazer, sentindo seu corpo se contorcer de desejo enquanto ele a preenchia por completo. A mistura de medo, prazer e excitação a levou a um novo nível de prazer, fazendo-a gemer e gritar de forma incontrolável.


— Você gosta disso, né? Gosta de ser fodida por um mendigo como eu. — Ele sussurrou em seu ouvido, fazendo com que ela se contorcer de prazer.


— Sim... Sim, eu... eu gosto. — Sofia gemeu, entregando-se ao desejo que a consumia.

— Que bucetinha deliciosa você tem, muito melhor que a refeição que você me ofereceu. Vou te foder até você não aguentar mais, sua putinha safada. — Ele disse, aumentando o ritmo de suas estocadas.


— Isso, me fode... me fode mais, seu filho da puta! — Ela gritou, sentindo o orgasmo se aproximar rapidamente.


— A partir de hoje você será a minha marmitinha, vou vir aqui comer você todos os dias. Você vai gostar, não vai, sua vadia?


— Sim, sim... Eu vou gostar. Me fode mais, me faz gozar, seu safado! — Sofia implorou, sentindo o prazer chegar ao ápice.


Ele a penetrou com mais força, fazendo-a gritar de prazer enquanto o orgasmo a dominava por completo. Ela se contorceu de prazer, sentindo seu corpo tremer e sua mente se perder naquela sensação avassaladora.


— Isso, princesa. Goza pra mim, goza gostoso. — Ele sussurrou, enquanto continuava a fodê-la com força.


Sofia não resistiu mais, sentindo o orgasmo se aproximar rapidamente. Ela se deixou levar pelo prazer avassalador, gritando de prazer enquanto ele a levava ao ápice do prazer.


— Ahhhh, sim... Eu vou... — Ela mal conseguiu terminar a frase, sentindo o prazer a dominar por completo.


— Oh, caralho, que buceta apertada e gostosa! Muito bem, sua putinha safada! — Ele gritou, ainda com o pau dentro dela. — Agora é minha vez.


Ele tirou o pau de dentro dela e se deitou na cama.


— Venha. Sente aqui, princesa. Cavalgue em cima de mim e mostre o que é capaz. — Ele disse, com um sorriso malicioso nos lábios.


Sofia o olhou, sentindo o desejo pulsar dentro dela. Ela se aproximou lentamente, e sem pensar duas vezes, ela se posicionou sobre ele e começou a cavalgar, sentindo cada centímetro de seu pau a preencher por completo.


— Ahhh, sim... Você é tão gostosa, princesa. Cavalgue mais forte, mostre que você é uma boa putinha. — Ele rosnou, agarrando sua cintura e a ajudando a se movimentar.


Ele a segurou com força, aumentando o ritmo das estocadas e a fazendo gemer de forma descontrolada. O quarto estava preenchido pelo som dos corpos se chocando e pelos gemidos de prazer que ecoavam por todo o ambiente.


— Isso, princesa. Rebola nesse pau, me mostra do que é capaz. — Ele acertou um tapa na bunda dela, enquanto ela rebolava descontrolada no pau dele.

— Só não goza dentro de mim. — Ela implorou, sentindo o prazer se aproximar novamente.


— Cala a boca, puta. Você vai levar toda minha porra dentro dessa buceta apertada, gostosa. — Ele rosnou, aumentando o ritmo das estocadas.


Sofia se contorceu de prazer, sentindo o orgasmo se aproximar mais uma vez. Ela gritou de prazer e dor, enquanto ele a preenchia por completo, levando-a ao ápice do prazer mais uma vez.


— Ahhhh, sim... Vou gozar, vou.. — Ela mal conseguiu terminar a frase, sentindo o prazer a consumir por completo.


Ele a segurou com força, gemendo alto enquanto gozava dentro dela, preenchendo-a por completo com sua porra quente e espessa.


Ela soltou um suspiro de satisfação e cansaço e saiu de cima dele, caindo ao lado dele.


— Pronto, você teve o que queria. Agora saia da minha casa. — Ela o olhou com superioridade.


— Ainda não, patricinha. Ainda não acabou. Espera só o meu pau se recuperar que eu vou comer o seu cuzinho. Vou fazer o trabalho completo em você.


Sofia arregalou os olhos, sentindo um misto de medo e excitação. Ela sabia que não poderia resistir a ele.


— Não! Por favor, não! — Ela implorou, sentindo que não poderia mais lutar contra o desejo que ele despertava nela.


Mas o mendigo apenas sorriu maliciosamente, se aproximando dela e começando a acariciar seu corpo.


— Sim, você pediu por isso. — Ele passou um dedo pelo cu dela, provocando um gemido involuntário dela. — E agora vai ter o que merece, sua putinha de luxo.


— No cu não, por favor. Eu te dou minha buceta de novo, quantas vezes quiser, mas no cu não. Eu nunca dei meu cu antes. — Ela suplicou, sentindo o medo aumentar dentro dela.


Ele apenas riu, ignorando seus pedidos, e a virou de bruços na cama.


— Você vai aprender a gostar. Se prepare, sua patricinha mimada. — Ele disse, cuspindo no cu dela e começando a penetrá-la lentamente, enquanto ela gritava de dor e prazer ao mesmo tempo.


— Ahhh, não, não... Isso dói! — Sofia gemia, sentindo o desconforto da penetração anal.


Ele ignorava seus gritos, movendo-se dentro dela com força e determinação, levando-a a sentir uma mistura intensa de prazer e dor.


— Sinta o prazer e a dor, princesa. Você vai aprender a gostar disso. — Ele sussurrava ao seu ouvido, enquanto continuava a penetrá-la sem piedade.


Sofia se contorcia de prazer e dor, sentindo-se dominada por um misto de sensações avassaladoras.


— Ahhh, sim... Mais... Mais forte... — Ela gemia, rendendo-se ao desejo que a consumia por completo.

Ele continuou a penetrá-la com força, fazendo-a gritar de prazer e dor ao mesmo tempo. O quarto ecoava com os gemidos intensos que escapavam de seus lábios, preenchendo o ambiente com uma atmosfera de luxúria e desejo.


— Isso, princesa. Agora você está sendo uma boa putinha, aguentando meu pau no seu cuzinho apertado. — Ele rosnava, aumentando o ritmo das estocadas.


— Ahhh, sim... Eu... eu... — Sofia mal conseguiu completar a frase, sentindo o orgasmo se aproximar.


Ele a penetrava com força, levando-a ao ápice do prazer enquanto ele se entregava à pulsão que os consumia por completo.


— Ahhh, caralho! Estou gozando! — Ele gritou, enquanto gozava dentro dela, preenchendo seu cu com sua porra quente e espessa.


Sofia soltou um gemido de satisfação, sentindo o prazer a dominar por completo. Ela se deixou levar pelo êxtase avassalador, sentindo o prazer se espalhar por todo seu corpo e mente.


— Pronto, agora você teve o que queria. Satisfeita, princesa? — Ele disse, retirando-se dela e se levantando da cama.


Sofia olhou para ele, sentindo-se exausta e ao mesmo tempo preenchida por uma sensação de satisfação e desejo.


— Sim, estou satisfeita. Acho que agora você pode sair. — Ela disse, com um sorriso satisfeito nos lábios.


Ele apenas riu, se aproximando dela e a beijando com intensidade, fazendo-a se derreter em seus braços.


— Até a próxima, princesa. — Ele sussurrou, antes de sair do quarto e desaparecer na escuridão da noite.

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