ATENDENTE DA CONVENIENCIA DO TURNO DA NOITE PT 3 FINAL

 Depois daquela noite insana no pátio com o Leandro, o Carlinhos e o Zé, eu tava destruída. Meu cu tava tão alargado que passei o dia inteiro de quarta-feira deitada de lado em casa, gemendo baixo toda vez que tentava sentar. O Thiago, meu marido, tava preocupado pra caralho, "Jéssica, tu tá com essa dor nas costas há dias, vai no médico," ele disse, coçando a cabeça enquanto me olhava na cama. "É só cansaço, amor, o turno da noite tá me matando," menti, o rabo ardendo como se o pau descomunal do Leandro ainda tivesse lá dentro, o esperma dos três escorrendo na minha memória. Ele acreditou, me deu um beijo e saiu pro trampo, me deixando sozinha com o peso de tudo que tava rolando no posto.

Eu sabia que não dava pra continuar assim. O Márcio tava puto comigo desde que voltou das férias e descobriu que o Leandro me comeu a semana inteira. O Leandro, por outro lado, achava que mandava em mim agora que tinha me fodido com os amigos dele, mesmo tendo apagado o vídeo na minha frente. Meu cu doía, minha boceta tava sensível, e eu tava com medo do Thiago desconfiar de algo — ele já tinha perguntado por que eu tava andando estranho, e eu não ia aguentar inventar desculpa pra sempre.

Na quinta-feira, voltei pro turno da noite, o corpo ainda dolorido, mas decidida a dar um jeito naquela bagunça. Cheguei no posto às 18h, a calça jeans apertada marcando a bunda empinada, a camiseta polo suada colada nos peitos pequenos, o cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado. O Márcio tava no escritório, contando o caixa do dia, o cabelo grisalho brilhando na luz da lâmpada, a cara fechada enquanto me olhava de canto. O Leandro tava no pátio, enchendo os galões de gasolina, os braços grossos suados esticando o uniforme, o sorriso safado aparecendo toda vez que eu passava.

O turno correu tenso, o Márcio me evitando, o Leandro me encarando como se eu fosse dele. Eu tava no balcão da loja de conveniência, arrumando umas latas de refrigerante, o cu ainda latejando quando me abaixava, quando o Carlinhos e o Zé apareceram na porta, rindo baixo. "E aí, Jéssica, hoje tem repeteco?" o Carlinhos brincou, esfregando a calça, o pau médio já marcando o pano. "Sai fora, seus idiotas," respondi, seca, o coração batendo forte enquanto eles riam e saíam pro pátio.

Às 22h, o posto ficou vazio, o movimento da BR-040 morrendo, só o barulho do vento e o rádio da loja tocando um pagode baixinho. O Márcio saiu do escritório, "Jéssica, fecha a loja e vem aqui," ele mandou, a voz firme, os olhos escuros me furando. Eu baixei as portas de aço, o corpo tremendo de nervoso, e entrei no escritório, a salinha apertada cheirando a papel velho e café frio. Ele tava encostado na mesa, os braços cruzados, "Que porra tá acontecendo entre tu e o Leandro?" ele perguntou, direto, a raiva na voz.

"Ele me chantageou, Márcio, disse que tinha um vídeo e ia mostrar pro Thiago," confessei, a voz baixa, olhando pro chão. "E tu deu pra ele e pros amigos dele, sua vadia?" ele gritou, se aproximando de mim, o peito subindo rápido. "Eu não tive escolha, ele ia acabar com meu casamento," respondi, os olhos marejando, mas ele riu, amargo, "Tu gostou, né? O negão te fodeu o cu e tu virou puta dele."

Antes que eu pudesse falar, a porta abriu com tudo, e o Leandro entrou, o corpo descomunal enchendo o espaço, o uniforme sujo de graxa, o sorriso torto na cara. "Que foi, Márcio, tá chorando por causa da tua putinha?" ele provocou, a voz grave ecoando na sala. O Márcio virou pra ele, os punhos fechados, "Tu tá fodido, Leandro, mexeu com o que é meu," ele disse, o rosto vermelho de raiva. "Teu? Ela gemeu no meu pau como uma cadela no cio," o Leandro retrucou, rindo, e foi o estopim.

O Márcio partiu pra cima dele, socando o peito do negão, mas o Leandro era um monstro, 1,90m de músculo, e empurrou o Márcio contra a parede, o barulho da prateleira caindo ecoando no escritório. "Para, caralho!" eu gritei, me metendo no meio, mas o Márcio me afastou, "Sai, Jéssica!" e acertou um soco na cara do Leandro, o sangue pingando do nariz dele. O Leandro riu, limpando o sangue com a mão, "Tu é fraco, coroa," e deu um empurrão que jogou o Márcio na mesa, os papéis voando pro chão.

"Tu tá demitido, seu filho da puta," o Márcio gritou, ofegante, levantando da mesa, "Pega tuas coisas e some do meu posto agora!" O Leandro parou, os olhos pretos brilhando de ódio, "Tu vai se arrepender disso," ele disse, baixo, mas pegou o celular, jogou no chão e pisou em cima, o vidro estilhaçando, "O vídeo tava aí, otário, agora tu fica com a vadia." Ele saiu do escritório, batendo a porta, o som das botas dele ecoando enquanto ia pro pátio pegar as coisas e sumir.

Eu tava tremendo, o coração na boca, enquanto o Márcio me encarava, o peito subindo rápido, o sangue na mão dele do soco. "Ele não vai mais te tocar," ele disse, a voz rouca, se aproximando de mim. "Márcio, eu não queria nada disso," murmurei, mas ele me cortou, "Cala a boca, Jéssica, tu é minha, e eu vou te mostrar isso agora." Ele me puxou pelo braço, me encostando na mesa de novo, os olhos famintos enquanto abria o zíper da calça, o pau dele — 17 centímetros, grosso, duro — pulando pra fora.

"Tu deu o cu pro negão, mas agora tu vai ser minha de novo," ele grunhiu, me virando de costas, arrancando minha calça e a calcinha preta até os tornozelos, a bunda empinada à mostra, ainda dolorida da DP da noite passada. "O cu tá doendo, Márcio, vai na boceta," pedi, o rabo latejando enquanto ele cuspia na mão e esfregava no pau, "Então toma na boceta, sua vadia," ele disse, metendo de uma vez, o pau me enchendo até o talo, os quadris batendo na minha bunda enquanto eu gemia, "Caralho, Márcio, devagar!"

Ele não ouviu, metia com raiva, os tapas na minha bunda ardendo pra caralho, "Tu é minha, porra, ninguém te fode como eu," ele falava, puxando meu cabelo pra trás, o pau socando fundo enquanto a mesa rangia. "Mete, Márcio, me fode," eu gemi, o tesão subindo apesar da dor, a boceta molhada pulsando no pau dele enquanto ele acelerava, "Toma, sua puta, o Leandro não chega aos meus pés," ele grunhiu, as mãos apertando minha cintura.

"Me chupa agora," ele mandou, saindo da boceta e me virando de frente, me ajoelhando no chão frio do escritório. Engoli o pau dele, o gosto da minha boceta na língua enquanto ele fodia minha boca, "Porra, Jéssica, tu chupa gostoso," ele gemia, segurando minha cabeça, o pau batendo na garganta enquanto eu engasgava, os olhos marejando. "Quero gozar nessa cara," ele avisou, tirando o pau da boca e batendo punheta na minha frente, o esperma quente jorrando no meu rosto, escorrendo pelo queixo enquanto eu ofegava, "Caralho, Márcio," murmurei, limpando com a mão.

Ele subiu a calça, o peito suado brilhando, "O Leandro tá fora, e tu fica comigo, entendeu?" ele disse, a voz firme enquanto me ajudava a levantar. "Entendido," respondi, o corpo mole, a boceta ardendo do pau dele, o cu ainda dolorido da noite passada. "Veste essa porra e vai pra casa," ele mandou, e eu obedeci, pegando a calça e a calcinha, o esperma dele secando na minha cara enquanto eu saía do escritório, o posto silencioso agora que o Leandro tinha ido embora.

Fui pro banheiro dos funcionários, me limpei como dava, o espelho rachado mostrando meu rosto vermelho, os olhos cansados. O Thiago tava dormindo quando cheguei em casa, o corpo exausto caindo na cama ao lado dele. No dia seguinte, acordei com o cu latejando ainda, mas a boceta doendo da foda com o Márcio, e sentei devagar no café, o Thiago rindo, "Tá melhor das costas, amor?" "Tô sim," menti, o alívio de saber que o Leandro tava fora me dando um respiro.

O Márcio me chamou no canto na sexta, "O negão não volta mais, Jéssica, e tu não vai mais dar pra ninguém aqui, só pra mim," ele disse, a mão na minha bunda enquanto eu assentia, "Tá bom, Márcio." O posto voltou ao normal, o Carlinhos e o Zé me olhando de longe, mas sem coragem de tentar nada com o Márcio por perto. O Thiago nunca soube de nada, os boatos morreram, e eu fiquei no turno da noite, o cu aos poucos voltando ao normal, mas o corpo marcado pra sempre por aquelas semanas de putaria.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O Chefe do meu marido

Trai o meu marido com um garoto

BANDIDOS ME FIZERAM COMER MINHA MÃE E NEM PARARAM POR AÍ — PARTE 2

Mãe Divorciada, Incapaz de Resistir, Transa Com os Amigos do Filho

Como foi meu primeiro sexo "anal" com minha mãe

Minha esposa com dois amigos

Meu filho gozou dentro de mim, e fomos pegos

Peguei meu filho se masturbando com a minha calcinha, e dei uma lição nele

Minha esposa faz com nosso filho

Minha esposa delicada e seu aluno