TUDO PELO MEU MARIDO PT2

 Ontem, entreguei meu corpo a André, o chefe do Morro Negro Alto, na casa dele, num sofá de couro que ainda sinto grudar na minha pele. A dor do pau dele, grande demais, a humilhação, o tesão que veio contra minha vontade — tudo isso me perseguiu enquanto voltava para casa, o vento frio da noite batendo no meu rosto, os latidos dos cachorros ecoando nas vielas. No hospital, vi João dormindo, os monitores apitando, e chorei, abraçando a promessa de que, por ele, eu aguentaria. Mas André deixou claro: o acordo é por um mês, e hoje, o segundo dia, eu teria que voltar. Ele marcou às oito da noite, na mesma casa, e eu sabia que seria pior. Meu corpo ainda doía, a buceta latejando, as coxas marcadas por hematomas leves onde ele me segurou. Tomei banho, a água quente escorrendo pelos peitos, pela cintura, pelas coxas, tentando lavar a vergonha. Depilei cada centímetro, como se a limpeza pudesse me preparar para o que viria. Vesti um vestido preto, justo, que marcava minha bunda e minha cintura, sem calcinha, como ele exigiu ontem. O tecido roçava minha pele nua, um lembrete constante da minha rendição.

Caminhei pelas vielas do morro, o funk mais alto hoje, o chão vibrando com o grave. O cheiro de maconha misturado com óleo frito subia das casas, e os olhares dos homens nas esquinas me faziam baixar a cabeça. A casa de André, no topo do morro, era a mesma: dois andares, portão de ferro enferrujado, paredes verdes descascadas. Um capanga diferente, com uma tatuagem de cobra no pescoço, me deixou entrar, o olhar dele rastejando pelo meu vestido, fazendo minha pele arrepiar de nojo. A sala estava diferente hoje, mais limpa, com o sofá de couro preto coberto por um lençol branco, como se fosse uma tentativa de tornar o lugar menos sujo. O ventilador girava lento, espalhando o cheiro de incenso e cerveja. André estava lá, sentado numa cadeira de madeira, a camisa preta desabotoada, as tatuagens de caveiras e santos brilhando no peito musculoso. Ele sorriu ao me ver, um sorriso que misturava o menino da escola com o chefe do morro. “Camila, pontual como sempre”, disse, a voz grave, quase amigável, apontando para uma cadeira à sua frente. “Senta. Vamos conversar.”

Hesitei, o coração disparado, mas obedeci, sentando com cuidado, as coxas fechadas, o vestido subindo um pouco, expondo a pele branca. Ele me olhou, os olhos percorrendo meu rosto, meus peitos, minha cintura, como se me avaliasse. “Você tá bem?”, perguntou, e a pergunta me pegou desprevenida. “Depois de ontem… como você tá?” Fiquei em silêncio, as lágrimas subindo, mas engoli o choro. “Tô aqui, André. Por João”, respondi, a voz tremendo. Ele assentiu, como se entendesse, e se inclinou para frente, os cotovelos nos joelhos. “Eu sei que é pesado, Camila. Sempre te achei forte, desde a escola. Você era a garota que não falava muito, mas quando abria a boca, todo mundo ouvia. Hoje, preciso que você seja forte de novo, mas de um jeito diferente.” Franzi a testa, confusa, o medo crescendo. “O que você quer dizer?”, perguntei, as mãos apertando a cadeira.

Ele sorriu, um brilho nos olhos que me fez estremecer. “Hoje, você vai dar pra três garotos. Meu irmão mais novo, Daniel, e meus sobrinhos, Lucas e Thiago. Todos de 18 anos, todos virgens. Eles nunca estiveram com uma mulher, e eu quero que você… ensine eles. Que seja a primeira. Mas não quero você só deitando e deixando eles fazerem. Quero que você tome o controle, que seja dominante, que mostre pra eles como é uma mulher de verdade.” Meu coração parou, o ar sumindo dos pulmões. “André, eu não sei fazer isso”, gemi, a voz falhando, as mãos tremendo no colo. “Eu não sou assim, não tenho essa… postura dominante. Eu não posso!” Ele levantou a mão, me calando, o rosto sério agora. “Camila, no morro, você faz o que eu mando. Você é forte, você consegue. Pensa no João. Faz isso por ele. Assume o controle hoje, e eu te prometo que vai ser mais fácil.”

Chorei, as lágrimas escorrendo pelo rosto, o pânico me engolindo. “E… e se eu não quiser?”, perguntei, sabendo que era uma pergunta inútil. Ele suspirou, recostando-se na cadeira. “Você sabe que não tem escolha. Mas eu te respeito, Camila. Faz como eu digo, e ninguém te machuca.” Engoli em seco, o estômago embrulhado, e então pensei em outra coisa. “E anal? Eu não quero fazer anal, André. Não aguento”, disse, a voz firme apesar do medo, lembrando a dor do pau dele ontem. Ele riu, baixo, quase gentil. “Tá bom, nada de anal hoje. Talvez amanhã, mas hoje, só o que você aguenta. Combinado?” Assenti, aliviada, mas ainda apavorada com o que viria. Ele se levantou, apontando para uma porta ao lado da sala. “Eles tão lá dentro, no quarto. Entra, faz o que eu disse. Seja a mulher que manda. Por João.” Levantei, as pernas bambas, o vestido grudando na pele suada, e caminhei até a porta, o som dos meus saltos ecoando no chão de cimento. Antes de abrir, olhei para André, buscando um último traço do menino da escola, mas ele era só o chefe do morro agora.

Abri a porta, e o quarto era pequeno, com uma cama de casal coberta por um lençol azul, uma cômoda velha, e uma lâmpada fraca pendurada no teto. O cheiro de suor e perfume barato pairava no ar, misturado com o incenso da sala. Lá estavam eles, os três meninos, sentados na cama, visivelmente nervosos. Daniel, o irmão de André, era magro, negro, com cabelo curto e olhos grandes, quase idênticos aos do irmão, mas com um ar de menino que não combinava com o morro. Ele usava uma regata branca e bermuda, os braços finos tremendo um pouco, o rosto corado. Lucas, um dos sobrinhos, era mais forte, também negro, com dreads curtos e uma tatuagem pequena no pescoço, um crucifixo que brilhava na pele. Ele usava uma camiseta preta e jeans, os olhos fixos no chão, as mãos apertando os joelhos. Thiago, o outro sobrinho, era o mais baixo, mas atlético, negro, com cabelo raspado e um brinco de prata na orelha esquerda. Ele usava uma regata cinza e short, o olhar alternando entre mim e a parede, como se não soubesse o que fazer. Os três eram bonitos, com traços jovens, mas o que me fez parar foi outra coisa: as bermudas e shorts deles marcavam volumes grandes, rolas que, mesmo sem ver, já pareciam enormes.

Fechei a porta, o coração disparado, e fiquei parada, as mãos tremendo, tentando lembrar o que André disse. Dominar. Como eu, que mal conseguia falar alto na escola, ia dominar três garotos? “Oi”, disse, a voz fraca, e eles levantaram a cabeça, os olhos arregalados, me olhando de cima a baixo. “Eu sou a Camila. O André… ele mandou eu… ensinar vocês.” Minha voz falhou, e Daniel, o mais tímido, murmurou: “A gente nunca… sabe como é, né?” Lucas riu, nervoso, e Thiago deu de ombros, tentando parecer confiante. “Então começa, loira”, disse Thiago, a voz trêmula apesar da bravata. Respirei fundo, tentando encontrar algo dentro de mim que não existia, e decidi começar com o que André sugeriu. “Tá bom. Vocês vão fazer o que eu mandar, entenderam?”, disse, forçando a voz a soar firme, embora meu corpo tremesse. Eles assentiram, os olhos brilhando de expectativa.

“Tirem as roupas”, ordenei, surpresa com minha própria voz, e eles hesitaram, trocando olhares. “Agora!”, insisti, batendo o pé, e eles obedeceram, desajeitados, puxando regatas, camisetas, bermudas. Fiquei sem ar quando vi as rolas. Eram grandes, não como a de André, que parecia impossível, mas muito maiores que a de João. Meu marido, que eu achava ter uma rola grande, agora parecia pequeno, quase insignificante, comparado a esses meninos. A rola de Daniel era longa, fina, com a cabeça rosada, balançando enquanto ele tentava cobri-la, envergonhado. A de Lucas era mais grossa, com veias marcadas, a pele escura brilhando à luz. A de Thiago era um meio-termo, mas ainda grande, com uma curva leve que me fez engolir em seco. Meu corpo reagiu, a buceta melando apesar do medo, e odiei isso. “Vocês são… grandes”, murmurei, sem querer, e Thiago riu, relaxando um pouco. “É, a gente ouviu isso”, disse, tentando parecer experiente.

“Vou começar devagar”, disse, tentando manter o controle, e comecei a dançar, movendo os quadris, o vestido subindo, mostrando as coxas. Tirei o vestido lentamente, deixando-o cair, ficando nua, os peitos firmes balançando, os mamilos duros, a buceta depilada brilhando. Eles ficaram boquiabertos, as rolas endurecendo mais, e senti um poder estranho, como se, por um momento, eu mandasse. “Deitem na cama”, ordenei, e eles obedeceram, se alinhando lado a lado, as rolas apontando para o teto. Ajoelhei na cama, o colchão afundando sob meu peso, e comecei com Daniel, o mais tímido. Segurei a rola dele, longa, quente, e ele gemeu, o corpo tremendo. “Calma, deixa eu te mostrar”, disse, tentando soar confiante, e levei a boca à cabeça, chupando devagar, a língua rodando, o gosto salgado me fazendo engasgar um pouco. Ele gemeu alto, as mãos agarrando o lençol, e os outros assistiam, os olhos arregalados.

Passei para Lucas, a rola mais grossa, e precisei abrir mais a boca, os lábios esticando, o desconforto me fazendo gemer. Ele segurou minha cabeça, instintivo, e eu puxei a mão dele, dizendo: “Eu mando aqui, entendeu?” Ele assentiu, corado, e continuei, chupando com força, a saliva escorrendo pelo queixo. Thiago foi o último, a rola curva entrando diferente, batendo na garganta, e ele riu, nervoso, dizendo: “Caralho, loira, você é boa.” Chupei os três, alternando, as mãos acariciando as bolas, os gemidos deles enchendo o quarto, o calor das rolas na minha boca me deixando tonta. Minha buceta melava, o tesão crescendo mesmo com o medo, e odiei meu corpo por isso.

“Quem vai primeiro?”, perguntei, tentando manter a dominância, levantando-me, os peitos balançando, o suor escorrendo pela cintura. Daniel levantou a mão, tímido, e eu sorri, forçando uma confiança que não tinha. “Deita direito”, ordenei, e ele obedeceu, a rola longa apontando para cima. Subi na cama, montando nele, a buceta roçando a cabeça da rola, o tamanho me fazendo hesitar. “Vai devagar, tá?”, disse, mais para mim mesma, e desci, a rola entrando lenta, esticando minha buceta, a dor leve lembrando André, mas mais suportável. Gemi, as mãos nos ombros dele, os peitos balançando enquanto me movia, subindo e descendo, o som molhado ecoando. Daniel gemeu, os olhos fechados, e gozou rápido, o sêmen quente enchendo minha buceta, escorrendo pelas coxas quando saí, ofegante.

Lucas foi o próximo, mais confiante. “Deita de lado”, ordenei, e ele obedeceu, a rola grossa brilhando. Deitei ao lado dele, levantando uma perna, e ele me penetrou por trás, a rola esticando minha buceta, a dor mais forte agora, o tamanho me fazendo gritar. “Calma, garoto, devagar!”, mandei, e ele obedeceu, metendo lento, as mãos nos meus peitos, apertando os mamilos. Gemi, o tesão misturado com a dor, o corpo tremendo enquanto ele acelerava, o som das peles batendo enchendo o quarto. Gozei, contra minha vontade, o orgasmo sacudindo meu corpo, e ele gozou logo depois, o sêmen jorrando dentro de mim, quente, pegajoso.

Thiago era o mais ousado. “Quero você de quatro”, disse, e eu hesitei, mas mantive o controle. “Eu digo como, entendeu?”, respondi, mas deixei ele escolher a posição, ajoelhando na cama, a bunda empinada, os peitos balançando. Ele me penetrou, a rola curva batendo num ponto fundo, a dor misturada com prazer, meu corpo se movendo contra ele. “Isso, loira, mexe essa bunda”, ele disse, e dei um tapa leve na mão dele, dizendo: “Eu mando, Thiago!” Ele riu, metendo com força, e gozei novamente, o corpo convulsionando, enquanto ele gozava, o sêmen escorrendo pela minha bunda.

Eles queriam mais, e eu, tentando dominar, mudei a dinâmica. “Lucas, deita. Thiago, vem aqui”, ordenei. Lucas deitou, a rola grossa pronta, e montei nele, a buceta melada facilitando, mas ainda doendo com o tamanho. Thiago ficou na minha frente, a rola na minha cara, e chupei, a boca cheia, enquanto Lucas me fodia, os peitos balançando, o suor escorrendo. Daniel assistia, a rola dura novamente, e eu disse: “Toca em você, Daniel, mas não goza ainda.” Eles obedeceram, o quarto cheio de gemidos, o calor me sufocando. “Quero teu cu, loira”, Thiago disse, e eu neguei, firme: “Nada de cu, garoto. Eu mando, e é só buceta e boca hoje.” Ele resmungou, mas obedeceu, metendo na minha boca enquanto Lucas gozava de novo, o sêmen enchendo minha buceta.

A noite seguiu, os três alternando, gozando várias vezes. Daniel gozou na minha boca, o sêmen escorrendo pelo queixo. Lucas gozou nos meus peitos, o líquido quente pingando nos mamilos. Thiago gozou na minha bunda, na buceta, na boca, como se não tivesse fim. Minha pele estava melada, o corpo exausto, a buceta dolorida, mas o tesão, maldito, me fazia continuar, a dominância forçada me dando um poder que eu nunca senti. Quando acabou, deitei na cama, nua, coberta de sêmen, o peito subindo e descendo, as pernas tremendo. Os meninos, ofegantes, me olharam com algo entre admiração e vergonha. “Você é foda, loira”, Thiago disse, e eu só fechei os olhos, chorando baixo.

Levantei, o corpo pegajoso, e vesti o vestido, o tecido grudando na pele melada. André estava na sala, me esperando. “Mandou bem, Camila”, disse, com um sorriso. “Amanhã tem mais. Talvez anal, como eu disse. Descansa.” Saí, o vento frio do morro batendo no meu rosto, o funk ainda ecoando. No hospital, vi João, os monitores apitando, e chorei. Por ele, eu aguentaria. Mas o tesão que senti, misturado com o medo e a culpa, era um peso que não explicava.

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