Dudu, o primo da minha esposa fudeu ela o dia todo

 oje a história é sobre a exaustão do desejo. Vocês acompanharam a surpresa do Dudu, o primo gigante, ao descobrir que o nosso casamento é aberto e que a Ju, é a puta mais safada que tem.

O Dudu não era só gigante. Ele era uma máquina de foder, e o prazer da liberdade recém-descoberta o transformou em um touro.

?? O Domingo de Exaustão

Depois da foda selvagem da noite anterior, o Dudu parecia um anjo no café da manhã. Ele estava mais relaxado, mas o olhar dele para a Ju era de propriedade recém-adquirida. A Ju estava divina, vestida com um short jeans curto e uma camiseta soltinha, mas sem sutiã, é claro.

Eu me sentei com eles, e a conversa era leve. Mas o jogo não parou.

A Ju, debaixo da mesa, roçava o pé no dele. E ele, disfarçadamente, colocava a mão na perna dela, subindo até a barra do short. A tensão era palpável, mas só nós três sabíamos o porquê.

"Vocês vão fazer o que hoje?", perguntei, sorrindo.

O Dudu olhou para a Ju, um sorriso safado na boca. "Vamos colocar o papo em dia, temos muita coisa para conversar hoje ainda."

"Ótimo. Eu tenho que resolver uns negócios na empresa. Volto no fim da tarde," eu disse, selando a cumplicidade. Eu estava dando a eles o dia inteiro.

?? A Maratona de Gozos

Eu voltei para casa por volta das três da tarde. A casa estava silenciosa. Eu sabia onde encontrá-los.

Entrei no quarto de hóspedes. A cena era um caos erótico.

A Ju estava deitada de lado na cama, com o short-doll jogado no chão. O Dudu estava atrás dela, metendo nela como um louco. Ela tinha os olhos fechados, a boca aberta, ofegante.

"Luan! Você viu? Ele não para! Ele é uma máquina!" a Ju gritou, com a voz já baixa de tanto gemer.

O Dudu não parou. Ele estava dentro dela, com aquele pau grosso, gozando sem camisinha.

"Eu sou dela, Luan! Sua puta é minha hoje! Eu não consigo parar!" ele falava.

O cheiro do quarto era de suor, de sexo cru, de gozo. A Ju estava encharcada de sêmen, escorrendo pelas coxas. Ele gozou dentro dela, um longo gemido de prazer.

Eu apenas assisti, duro e excitado.

Ele saiu dela, limpou a barriga e o pau com um lençol, e ela o puxou de volta.

"Mais! Quero mais, Dudu! No sofá agora! O Luan adora ver no sofá!" ela implorou, mal conseguindo falar.

Ele a pegou no colo, e a levou para a sala, onde a jogou no sofá. Eu os segui, o câmera man da minha própria foda.

Ele a fodeu no sofá, de quatro, metendo tão forte que o sofá bateu na parede. A Ju gemia baixo, a voz já estava sumindo. Eu via o Dudu gozar dentro dela de novo, com um gemido de exaustão.

?? O Limite da Carne

Eu passei a mão na cabeça da Ju. Ela estava esgotada.

"Chega, Dudu. A gente precisa ir jantar, lembra?" eu disse, calmamente.

O Dudu estava ofegante, mas o pau dele, incansável, estava duro de novo.

"Ela não para de me pedir, Luan. Ela é um vulcão!" ele disse, olhando para mim.

A Ju tentou se sentar, mas gemeu de dor. "Não consigo... meu corpo não aguenta mais," ela confessou.

Eu olhei para ela. Minha pretinha estava inchada. A buceta dela, que eu tanto conheço, estava vermelha e inchada, os lábios de fora, de tanto trauma e gozo que recebeu o dia todo. O Dudu tinha gozado dentro dela várias vezes; a vagina dela estava cheia de sêmen.

Eu me aproximei, e o Dudu saiu de cima dela. Eu toquei a coxa da Ju. Estava quente e úmida.

"Você está destruída, amor. Você ganhou," eu disse, rindo.

O Dudu olhou para a Ju, chocado. "Eu fiz isso? Eu machuquei você, Ju?"

A Ju sorriu, exausta, mas satisfeita. "Não, primo. Você me amou como eu queria. Mas agora, o vulcão precisa fechar para manutenção."

Eu peguei a Ju no colo, a levei para o banheiro. O Dudu ficou na sala, limpando a bagunça.

No chuveiro, enquanto a limpava, a Ju me sussurrou: "Obrigada, amor. Ele é insano. Eu gozei tanto que não sinto mais as pernas. E meu interior... está cheio de porra."

"Eu sei. E foi lindo de assistir," eu respondi, beijando-a.

A Despedida e o Segredo

O Dudu foi embora naquela noite, exausto, mas com o sorriso de quem viveu a maior aventura da vida. Ele me agradeceu pelo fim de semana.

"Luan, eu não sei o que dizer. Vocês são... incríveis. Foi a melhor coisa que me aconteceu em anos," ele me disse.

"Que bom que a saudade foi matada, primo. Volte sempre. A Ju sempre tem alguma coisa para você consertar," eu brinquei, piscando.

A Ju e eu ficamos na sala, abraçados. O sofá ainda cheirava a sexo.

"E agora, amor? O que você vai fazer com a sua mulher fodida e cheia de sêmen do primo?" ela me perguntou.

Eu sorri, malicioso. "Ah, Ju... a gente não consegue transar, mas a gente sempre consegue chupar."

E foi assim, que terminamos o domingo: com a minha Ju, inchada e feliz, me dando de outras maneiras. O nosso casamento é a nossa loucura, e eu amo cada detalhe.



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